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    'É difícil levar policiais ao banco dos réus, mas mais difícil é a Justiça ser justa', diz mãe de vítima do massacre de Paraisópolis após decisão por júri

    Oito homens e uma mulher morrem pisoteados em baile funk em Paraisópolis, em São Paulo A Justiça de São Paulo decidiu que 12 policiais militares acusados pelas mortes de nove jovens durante uma ação policial no baile da DZ7, em Paraisópolis, na Zona Sul da capital, serão julgados pelo Tribunal do Júri. A decisão foi assinada na segunda-feira (17) pela juíza Ana Luisa Marcondes Esteves, da 1ª Vara do Júri do Foro Central Criminal. A decisão foi recebida com alívio, mas também com preocupação por familiares das vítimas. Eles questionam se o julgamento será capaz de responsabilizar todos os envol

    G1
    19 de agosto de 2026 às 08:04
    'É difícil levar policiais ao banco dos réus, mas mais difícil é a Justiça ser justa', diz mãe de vítima do massacre de Paraisópolis após decisão por júri
    Foto: G1

    “Eu quero e desejo muito que a Justiça possa realmente colocar no Tribunal do Júri quem tem que ser colocado, que é o comandante da operação, que é o secretário da Segurança Pública, que é o governador da época do estado. Esses três são responsáveis diretamente pela chacina de Paraisópolis. Os soldados que estão indo para o Tribunal do Júri apenas operaram, fizeram a operação da lógica imposta por essas três pessoas que eu falei. Então a Justiça só demonstra que ela tem lado, que ela tem cor, que ela defende a classe dominante e que ela não está nem aí para a população brasileira no sentido de fazer uma justiça justa.”

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/08/19/e-dificil-levar-policiais-ao-banco-dos-reus-mas-mais-dificil-e-a-justica-ser-justa-diz-mae-de-vitima-do-massacre-de-paraisopolis-apos-decisao-por-juri.ghtml.

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