Dono de escritório onde Isabelle Caracristi foi estagiária afirma que ela relatou se sentir ‘sufocada’ por dinâmica de trabalho
O que se sabe sobre a morte da estudante Isabelle Caracristi Uma advertência e a mudança no local dos computadores para que Isabelle Caracristi trabalhasse com mais distância de João Munhoz foram algumas providências tomadas no escritório onde os dois trabalharam juntos. Conforme o advogado de Rudá Bezerra, dono do escritório, isso aconteceu depois que a estagiária reclamou por se ‘sentir sufocada’ na dinâmica de trabalho. Isabelle foi encontrada morta no último dia 13 de setembro, no bairro Aldeota, em Fortaleza. O caso, encarado como suicídio, levou à prisão do namorado dela, João Munhoz Net
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"Os depoimentos apontam relacionamento abusivo, violência psicológica. Inclusive, isso foi levado em consideração no momento da prisão. As informações prestadas por testemunhas e obtidas também através da investigação da Polícia Civil apontam que o João mantinha ali uma relação de controle, de limitação de ir e vir. Temos depoimentos que afirmam que a Isabelle não podia sequer Ir sozinha na farmácia, descer do escritório", detalhou Márcio Gutiérrez.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2026/09/24/dono-de-escritorio-onde-isabelle-caracristi-foi-estagiaria-afirma-que-ela-relatou-se-sentir-sufocada-por-dinamica-de-trabalho.ghtml.
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