Dólar-cabo: como sistema paralelo era usado para lavar dinheiro de fraude que envolve Alexandre Pires
Alexandre Pires é alvo da PF em investigação sobre venda de cassiterita na Terra Yanomami As investigações da Polícia Federal que apuram um esquema milionário de lavagem de dinheiro com a venda de cassiterita extraída ilegalmente da Terra Indígena Yanomami, em Roraima, apontaram que o grupo criminoso usava um sistema financeiro paralelo conhecido como dólar-cabo para lavar o dinheiro. Entre os alvos da investigação estão o cantor Alexandre Pires e dois irmãos empresários, Diego Possebon, apontado como principal articulador do esquema, e Matheus Possebon, que era empresário de Alexandre. ✅ Cliq
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Matheus é empresário dos setores de música e entretenimento e nunca atuou no comércio ou na exportação de minérios, circunstância que já pôde ser verificada ao longo da própria investigação. Tanto é assim que, ainda em 2023, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região revogou sua prisão por reconhecer que os elementos então apresentados contra ele não bastavam para caracterizar os crimes investigados, destacando que ele exerce atividade empresarial lícita e compatível com seus rendimentos.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2026/09/25/dolar-cabo-como-sistema-paralelo-era-usado-para-lavar-dinheiro-de-fraude-que-envolve-alexandre-pires.ghtml.
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