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    Dois homens são condenados a 18 e 16 anos de prisão por morte de advogado em Caxias

    Martelo da Justiça. Reprodução Ricardo Andrade de Freitas e Francisco Bruno de Souza foram condenados pelo homicídio qualificado do advogado Ronaldo de Oliveira Sousa Rego, morto a tiros em 19 de abril de 2023, em Caxias, no Maranhão. Ricardo foi condenado a 18 anos e nove meses de prisão, e Francisco Bruno, a 16 anos e seis meses. O julgamento terminou na quinta-feira (13), na 2ª Vara Criminal de Caxias. A sessão começou no dia 12. Segundo o Ministério Público, Ricardo foi apontado como mandante do crime, enquanto Francisco Bruno teria atuado como intermediário entre ele e os executores. A mo

    G1
    14 de agosto de 2026 às 20:12
    Dois homens são condenados a 18 e 16 anos de prisão por morte de advogado em Caxias
    Foto: G1

    Ricardo Andrade de Freitas e Francisco Bruno de Souza foram condenados pelo homicídio qualificado do advogado Ronaldo de Oliveira Sousa Rego, morto a tiros em 19 de abril de 2023, em Caxias, no Maranhão. Ricardo foi condenado a 18 anos e nove meses de prisão, e Francisco Bruno, a 16 anos e seis meses.

    O julgamento terminou na quinta-feira (13), na 2ª Vara Criminal de Caxias. A sessão começou no dia 12.

    Segundo o Ministério Público, Ricardo foi apontado como mandante do crime, enquanto Francisco Bruno teria atuado como intermediário entre ele e os executores. A motivação estaria relacionada a processos movidos pela vítima contra Ricardo.

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    Ronaldo Oliveira Rêgo, de 27 anos, foi assassinado com cinco tiros — Foto: Arquivo pessoal

    De acordo com a denúncia do Ministério Público, um dos executores usou roupas semelhantes às de um entregador do iFood para se aproximar do advogado, com o pretexto de fazer uma entrega.

    O homem teria dito: "Essa encomenda é pra ti". Em seguida, atirou várias vezes contra Ronaldo e fugiu em uma motocicleta.

    Imagens de câmeras de segurança ajudaram a polícia a identificar a rota de fuga, o imóvel de onde o executor teria saído e o dono da motocicleta usada no crime. A investigação também apontou o possível envolvimento de outras pessoas.

    Segundo depoimentos colhidos durante a investigação, Ricardo teria sido o mandante do crime. Francisco Bruno seria o intermediário responsável pela comunicação com os executores.

    A investigação apontou ainda que Ricardo era cobrado judicialmente pelo advogado por danos causados ao veículo da vítima.

    Na denúncia, o Ministério Público afirmou que Ricardo teria atuado como mandante por causa de processos cíveis e criminais movidos contra ele pela vítima. Francisco Bruno, segundo o órgão, teria intermediado as conversas entre o mandante e os demais envolvidos no crime.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2026/08/14/dois-homens-sao-condenados-a-18-e-16-anos-de-prisao-por-morte-de-advogado-em-caxias.ghtml.

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