Do vício em crack ao diploma — a história de quem usou a educação para se reerguer
Do vício em crack ao diploma: a história de quem usou a educação para se reerguer Thais Barbosa diz que sempre foi estudiosa, até que “conheceu as ruas”, nas palavras dela. Aos 13 anos, não voltou mais para a escola pública onde estudava, na zona norte do Rio de Janeiro. “Você não tem mais vontade de fazer nada, é só aquilo ali. É só a droga. Virei usuária de crack e fiquei 12 anos na rua”, diz ela, que foi violentada mais de uma vez nesse período. Hoje, aos 34 anos, enquanto conversa com a reportagem em frente a uma parede de sua casa (que tem um escudo do Flamengo enorme estampado), ela cont
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O eixo central era a educação. Thais queria ter uma qualificação profissional para arranjar um emprego e ter onde morar com estabilidade e segurança. Mas como, se ela havia parado de estudar na pré-adolescência? A solução foi se inscrever no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), prova destinada a quem não se formou na idade correta.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/10/09/do-vicio-em-crack-ao-diploma-a-historia-de-quem-usou-a-educacao-para-se-reerguer.ghtml.
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