Do trabalho infantil ao sonho de ser engenheiro: adolescente mudou de vida no AM
Crianças sentadas em uma rua de Manaus Rickardo Marques Aos 11 anos, um adolescente que vive no Amazonas começou a trabalhar nas ruas para ajudar a sustentar a família. Sem ser identificado, ele contou à Rede Amazônica que vendia produtos e ajudava a mãe e os irmãos com o dinheiro que conseguia. "Eu comecei aos 11 anos. Trabalhei vendendo cascalho, salgado na rua", disse. A história do adolescente é um exemplo de uma realidade que ainda atinge milhares de crianças e adolescentes no estado. Mais de 50 mil pessoas de 5 a 17 anos estavam em situação de trabalho infantil no Amazonas em 2024, segun
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Crianças sentadas em uma rua de Manaus — Foto: Rickardo Marques
Aos 11 anos, um adolescente que vive no Amazonas começou a trabalhar nas ruas para ajudar a sustentar a família. Sem ser identificado, ele contou à Rede Amazônica que vendia produtos e ajudava a mãe e os irmãos com o dinheiro que conseguia.
"Eu comecei aos 11 anos. Trabalhei vendendo cascalho, salgado na rua", disse.

A história do adolescente é um exemplo de uma realidade que ainda atinge milhares de crianças e adolescentes no estado. Mais de 50 mil pessoas de 5 a 17 anos estavam em situação de trabalho infantil no Amazonas em 2024 , segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ).
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Pela legislação brasileira, o trabalho só é permitido a partir dos 14 anos, na condição de aprendiz . Dos 16 aos 17 anos, o adolescente pode ter carteira assinada, mas não pode exercer atividades noturnas, insalubres ou perigosas.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2026/09/01/do-trabalho-infantil-ao-sonho-de-ser-engenheiro-adolescente-mudou-de-vida-no-am.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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