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    Diagnóstico de endometriose exige exames específicos

    Você sente que algo não está certo, mas não sabe bem explicar o quê. A dor vem forte, na hora errada, do jeito errado. Aí surge a pergunta que quase toda mulher com dor pélvica já fez pelo menos uma vez na vida: será que isso é só uma cólica forte, ou pode ser endometriose? A resposta não vem de um exame só, nem de um sintoma isolado. O diagnóstico da endometriose é um caminho e vale a pena entender como ele funciona. Diagnóstico de endometriose não é feito com um clique Muita gente pensa que existe um exame único capaz de dizer "sim, é endometriose" ou "não, não é". Na prática, não é bem assi

    G1
    28 de setembro de 2026 às 18:29
    Diagnóstico de endometriose exige exames específicos
    Foto: G1

    Você sente que algo não está certo, mas não sabe bem explicar o quê. A dor vem forte, na hora errada, do jeito errado. Aí surge a pergunta que quase toda mulher com dor pélvica já fez pelo menos uma vez na vida: será que isso é só uma cólica forte, ou pode ser endometriose?

    A resposta não vem de um exame só, nem de um sintoma isolado. O diagnóstico da endometriose é um caminho e vale a pena entender como ele funciona.

    Diagnóstico de endometriose não é feito com um clique

    Muita gente pensa que existe um exame único capaz de dizer "sim, é endometriose" ou "não, não é". Na prática, não é bem assim. O diagnóstico conta duas partes: a história que a paciente conta e o que os exames mostram.

    Tudo começa com uma boa conversa com um médico especialista. Quando a dor aparece, como ela é, se piora perto da menstruação, se atrapalha o dia a dia, se aparece também ao evacuar ou durante a relação. Esses detalhes parecem pequenos, mas são o primeiro mapa para guiar a investigação.

    Depois da conversa, vêm os exames de imagem. Os dois mais usados são o ultrassom transvaginal com preparo intestinal e a ressonância magnética da pelve. Cada um enxerga o corpo de um jeito diferente, e juntos ajudam a mostrar onde a doença está e o quanto ela avançou. Para entender melhor a diferença entre os dois, vale conferir os dois principais exames de imagem para identificar a endometriose.

    Cada exame tem seus limites. Um pode mostrar bem uma coisa e passar batido por outra. Por isso, médicos costumam pedir mais de um exame, ou repetir com um preparo específico, para ter uma visão mais completa antes de decidir qualquer tratamento.

    Com a história da paciente e os exames em mãos, dá para entender o tamanho real do problema e aí sim, decidir o melhor caminho. Nem todo caso precisa de cirurgia. Mas quando precisa, saber quais exames são essenciais antes do procedimento ajuda a paciente a chegar mais tranquila e mais preparada para essa etapa.

    O diagnóstico da endometriose não deve se apoiar em um único sintoma ou exame, exige ouvir a paciente e, quando necessário, mapear o corpo com precisão. É esse o método que o doutor Tiago Castilho, cirurgião oncológico com atuação em cirurgia ginecológica e cirurgia de endometriose profunda, aplica há mais de 10 anos. Quando a cirurgia é indicada, o trabalho passa por técnicas como a videolaparoscopia e a cirurgia robótica, com o Cuidado 360º acompanhando a paciente em cada etapa da jornada.

    Já tem um diagnóstico ou suspeita de endometriose e quer entender as opções de tratamento cirúrgico? Acesse www.tiagocastilho.com.br e acompanhe mais conteúdos sobre cirurgia especializada.

    Tiago Castilho é Cirurgião Oncológico com atuação em Cirurgia Ginecológica e Cirurgia de Endometriose Profunda, mestre e doutor na área, com mais de 10 anos de experiência no tratamento cirúrgico da doença. CRM-PR 22590 | RQE 2911 | RQE 844.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/clinica-dr-tiago-castilho-endometriose-profunda-dor-e-cirurgia/noticia/2026/09/28/diagnostico-de-endometriose-exige-exames-especificos.ghtml.

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