Dia do Gaúcho: erva-mate atravessa fronteiras, mantém raízes indígenas e tem até sommelier; saiba tudo sobre o chimarrão (até como prepará-lo)
Erva-mate atravessa fronteiras e ganha diferentes sabores e modos de preparo Verde e fina no chimarrão gaúcho, mais envelhecida nos mates argentino e uruguaio, preparada com água fria no tereré ou consumida como chá: uma mesma planta, a erva-mate (Ilex paraguariensis), dá origem a bebidas com diferentes sabores, aparências e modos de preparo. As variações envolvem temperatura da água, moagem, proporção entre folhas e talos, tempo de armazenamento, recipientes e formas de servir. Também refletem hábitos construídos no Brasil, na Argentina, no Paraguai e no Uruguai. 📲 Acesse o canal do g1 RS no
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Anos depois, Anderson se mudou para Recife e teve dificuldade para comprar erva-mate. Incentivado pela família, abriu uma loja virtual e passou a atender consumidores que também viviam fora das regiões produtoras. As dúvidas dos clientes deram origem a tutoriais na internet. Parte do público queria aprender a preparar chimarrão ou tereré, mas não tinha familiares ou amigos que conhecessem o processo.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2026/09/20/dia-do-gaucho-erva-mate-atravessa-fronteiras-mantem-raizes-indigenas-e-tem-ate-sommelier-saiba-tudo-sobre-o-chimarrao-ate-como-prepara-lo.ghtml.
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