Dia da pessoa com deficiência: arte e movimento desafiam capacitismo
“Quando sinto o calor do sol da manhã na pele, me dá vontade de fotografar. Gosto das frestas de luz que se formam aqui em casa”. O calor do dia ilumina o fotógrafo mineiro Luciano Ambrósio, de 57 anos, morador da Ceilândia (DF), para cada detalhe. Luciano resolveu captar a rotina de forma especial em imagens e palavras depois que perdeu a visão, aos 24 anos. Notícias relacionadas: Pessoas com deficiência vivem em piores condições de moradia, diz IBGE. Renda de PCDs equivale a 70% do rendimento de pessoas sem deficiência. A vida que chega com calor descortina a visibilidade que devem ter os di

“Quando sinto o calor do sol da manhã na pele, me dá vontade de fotografar. Gosto das frestas de luz que se formam aqui em casa”. O calor do dia ilumina o fotógrafo mineiro Luciano Ambrósio, de 57 anos, morador da Ceilândia (DF), para cada detalhe. Luciano resolveu captar a rotina de forma especial em imagens e palavras depois que perdeu a visão, aos 24 anos. Notícias relacionadas: Pessoas com deficiência vivem em piores condições de moradia, diz IBGE. Renda de PCDs equivale a 70% do rendimento de pessoas sem deficiência. A vida que chega com calor descortina a visibilidade que devem ter os di
Publicado originalmente por Agência Brasil. Leia a matéria completa em https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-09/dia-da-pessoa-com-deficiencia-arte-e-movimento-desafiam-capacitismo.
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