Dez pontos para entender o indiciamento do pai e da madrasta pela morte do menino Gustavo
Polícia conclui inquérito do caso Gustavo Veloso e indicia pai e madrasta por vicaricídio A Polícia Civil do Tocantins (PCTO) concluiu o inquérito que investigava a morte de Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, e indiciou o pai dele, o advogado Igor Veloso, e a madrasta, Kathellen Moreira. O menino morreu no dia 2 de agosto de 2026, na casa do pai, em Palmas. Inicialmente, Igor e Kathellen foram investigados por homicídio duplamente qualificado e tortura, mas, após cerca de 60 dias de investigação, a polícia reformulou a tipificação e passou a atribuir aos dois outros crimes. Igor foi indiciado
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A Polícia Civil do Tocantins (PCTO) concluiu o inquérito que investigava a morte de Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, e indiciou o pai dele, o advogado Igor Veloso, e a madrasta, Kathellen Moreira . O menino morreu no dia 2 de agosto de 2026, na casa do pai, em Palmas. Inicialmente, Igor e Kathellen foram investigados por homicídio duplamente qualificado e tortura, mas, após cerca de 60 dias de investigação, a polícia reformulou a tipificação e passou a atribuir aos dois outros crimes.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2026/09/30/dez-pontos-para-entender-o-indiciamento-do-pai-e-da-madrasta-pela-morte-do-menino-gustavo.ghtml.
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