'Descobri que tinha uma doença rara depois de um match no Tinder'
Maria Paula levou quase 30 anos para descobrir que tinha uma doença rara Arquivo Pessoal/Maria Paula Vieira Quando a comunicadora Maria Paula Vieira decidiu entrar no Tinder pouco antes da pandemia de covid-19, ela buscava, assim como tantas outras pessoas, conhecer alguém interessante no aplicativo de relacionamentos. Entre os perfis que apareceram, estava o de Lucas, na época, estudante de Medicina. Os dois ficaram interessados um no outro e deram match. Começaram então a trocar mensagens. "Foi tão fácil conversar com ele que a gente virou amigo", afirma Maria Paula, hoje com 33 anos. O isol
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Maria Paula levou quase 30 anos para descobrir que tinha uma doença rara — Foto: Arquivo Pessoal/Maria Paula Vieira
Quando a comunicadora Maria Paula Vieira decidiu entrar no Tinder pouco antes da pandemia de covid-19, ela buscava, assim como tantas outras pessoas, conhecer alguém interessante no aplicativo de relacionamentos.
Entre os perfis que apareceram, estava o de Lucas, na época, estudante de Medicina. Os dois ficaram interessados um no outro e deram match. Começaram então a trocar mensagens. "Foi tão fácil conversar com ele que a gente virou amigo", afirma Maria Paula, hoje com 33 anos.

O isolamento social da pandemia fez com que os dois se falassem cada vez mais, até que um dia Maria resolveu falar sobre sua deficiência — adquirida em decorrência de problemas de saúde para os quais ela buscava um diagnóstico havia quase 30 anos.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/09/17/descobri-que-tinha-uma-doenca-rara-depois-de-um-match-no-tinder.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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