Desaceleração brusca e 'efeito chicote': como montanha-russa pode provocar lesões neurológicas
Fantástico investiga os acidentes em uma das montanhas-russas mais famosas do Brasil Uma jovem que perdeu os movimentos de parte do corpo após andar em uma montanha-russa no Hopi Hari, no interior de São Paulo, teve hemorragia intracraniana e um grande edema cerebral — mesmo sem relato de uma pancada direta na cabeça. O caso, investigado pelo Ministério Público de São Paulo, chama atenção para um mecanismo capaz de provocar lesões neurológicas: os movimentos bruscos de aceleração, desaceleração e rotação sofridos pelo corpo durante o percurso. Segundo o neurologista Renato Anghinah, professor
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Uma jovem que perdeu os movimentos de parte do corpo após andar em uma montanha-russa no Hopi Hari, no interior de São Paulo , teve hemorragia intracraniana e um grande edema cerebral — mesmo sem relato de uma pancada direta na cabeça. O caso, investigado pelo Ministério Público de São Paulo, chama atenção para um mecanismo capaz de provocar lesões neurológicas: os movimentos bruscos de aceleração, desaceleração e rotação sofridos pelo corpo durante o percurso.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/09/21/desaceleracao-brusca-e-efeito-chicote-como-montanha-russa-pode-provocar-lesoes-neurologicas.ghtml.
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