Deputado Ricardo Abrão montou comitê clandestino para compra de votos em Nilópolis, diz PF
Ricardo Abrão, deputado federal que assumiu o mandato de Chiquinho Brazão Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados A Polícia Federal aponta que o deputado federal Ricardo Abrão (PSDB) montou um "comitê clandestino" de campanha para comprar votos para o primo, o atual prefeito de Nilópolis, Abrãozinho, nas eleições de 2024. Abraãozinho foi eleito na ocasião. No local conhecido como "QG", Ricardo Abrão, segundo a PF, entregaria os valores pessoalmente e que, em outro momento, eram pagos a cabos eleitorais e eleitores. Para a PF, o deputado federal, que disputa a reeleição, era o responsável por abast
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Ricardo Abrão, deputado federal que assumiu o mandato de Chiquinho Brazão — Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
A Polícia Federal aponta que o deputado federal Ricardo Abrão (PSDB) montou um "comitê clandestino" de campanha para comprar votos para o primo, o atual prefeito de Nilópolis, Abrãozinho, nas eleições de 2024. Abraãozinho foi eleito na ocasião.
No local conhecido como "QG", Ricardo Abrão, segundo a PF, entregaria os valores pessoalmente e que, em outro momento, eram pagos a cabos eleitorais e eleitores.

Para a PF, o deputado federal, que disputa a reeleição, era o responsável por abastecer o esquema:
"Ricardo Abrão não figura como mero beneficiário, mas como o provedor de liquidez e suporte político indispensável para a manutenção do 'comitê clandestino'".
A assessoria de Ricardo Abrão informou que " o deputado nega veementemente qualquer participação, bem como repudia as acusações infundadas" . A nota completa está no fim desta reportagem.
O deputado federal Ricardo Abrão foi alvo de busca e apreensão decretada pelo ministro Flávio Dino , do Supremo Tribunal Federal (STF) , em 3 de setembro.
Nas investigações iniciadas pela Delegacia de Defesa Institucional (Delinst), da Polícia Federal no Rio, um imóvel com a placa de "vende-se" em Nilópolis era o chamado pelo grupo de "QG" usado pelo político.
Ao prender 24 pessoas em 2024, a PF chegou ao nome do deputado federal e a investigação foi complementada pela Cinq, a Coordenadoria de Inquéritos, da PF e que trata de apurações de pessoas com foro no STF.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/09/23/ricardo-abrao-montou-comite-clandestino-para-compra-de-votos-em-nilopolis-diz-pf.ghtml.

PF cumpre mandado de busca e apreensão contra o deputado federal Ricardo Abrão, do PSDB — Foto: G1
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