Delegado aponta omissão de socorro e lesão corporal por envolvidos no caso do espancamento de Cláudio Rafael
Polícia ouvirá mais 5 depoimentos em investigação de espancamento de Cláudio Rafael Um homem e uma mulher que foram prestar depoimento nesta terça-feira (25) sobre o espancamento que terminou com a morte de Cláudio Rafael Landeiro, de 37 anos, podem responder por omissão de socorro e lesão corporal. Um deles, filho de um comerciante que contratou o serviço clandestino de seguranças em Copacabana, chegou por volta das 14h40 na delegacia. Segundo o delegado Ângelo Lages, titular da 12ª DP (Copacabana), o homem viu as agressões e não fez nada para impedir: “Ele não impede, ele não tenta nem imped
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Segundo depoimentos, Rafael chegou a uma loja em Copacabana por volta das 23h20 do dia 11 de agosto para pedir um cigarro. Como não tinha dinheiro, não recebeu o produto. Minutos depois, o segurança Davi chegou e perguntou sobre a bicicleta que estava ao lado de Rafael, que respondeu apenas que "não" – pelo fato de a bicicleta pertencer à sua irmã.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/08/25/delegado-aponta-omissao-de-socorro-e-lesao-corporal-por-envolvidos-no-caso-do-espancamento-de-claudio-rafael.ghtml.
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