Brasil

    Defensores públicos vão fiscalizar assédio eleitoral, violência política e fraudes durante as eleições

    Grupo participa de Missão de Observação Eleitoral do TSE nas cinco regiões do país

    UOL
    4 de outubro de 2026 às 10:00
    Defensores públicos vão fiscalizar assédio eleitoral, violência política e fraudes durante as eleições
    Foto: UOL

    Editado por Fábio Zanini, espaço traz notícias e bastidores da política. Com Carlos Petrocilo e Gabriela Echenique

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    Integrantes da Anadep: da dir. para a esq., o vice-presidente administrativo da Anadep, Rômulo Carvalho, a vice-presidente jurídico-legislativa, Kelviane Barros, a presidente Fernanda Fernandes e o vice-presidente institucional, Mário Rhein
    Integrantes da Anadep: da dir. para a esq., o vice-presidente administrativo da Anadep, Rômulo Carvalho, a vice-presidente jurídico-legislativa, Kelviane Barros, a presidente Fernanda Fernandes e o vice-presidente institucional, Mário Rhein — Foto: UOL · Fonte: UOL

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    Defensores públicos vão acompanhar as eleições de 2026 para coibir práticas como o assédio eleitoral, violência política, barreiras ao voto e fraudes à cota de gênero . Eles também estarão de olho em dificuldades enfrentadas por idosos ou pessoas com deficiência.

    O grupo é composto por 31 defensores de 14 estados e do Distrito Federal, que participarão da Missão de Observação Eleitoral do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Eles estarão distribuídos nas cinco regiões do país e acompanharão diferentes etapas do pleito.

    Entenda a função das Defensorias Públicas e saiba como acioná-las
    Entenda a função das Defensorias Públicas e saiba como acioná-las — Foto: UOL · Fonte: UOL

    O grupo vai visitar os locais de votação e seções eleitorais e busca identificar situações que possam comprometer o exercício do voto e a igualdade de participação política.

    Episódios de violência política e barreiras que dificultam o acesso de grupos vulneráveis ao processo eleitoral já foram identificados em eleições anteriores.

    Mas a atuação no dia do pleito será apenas de observação. Os defensores não podem realizar uma auditoria ou interferir no processo eleitoral, mas devem reunir informações, consolidá-las em um relatório e apresentar sugestões à Justiça Eleitoral .

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    Foto: UOL · Fonte: UOL

    A iniciativa é da Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos (Anadep) e conta com profissionais de Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rio Grande do Sul e São Paulo.

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    Ilustração da fachada da Folha, na Barão de Limeira 425 — Foto: UOL · Fonte: UOL

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    Publicado originalmente por UOL. Leia a matéria completa em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2026/10/defensores-publicos-vao-fiscalizar-assedio-eleitoral-violencia-politica-e-fraudes-durante-as-eleicoes.shtml.

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    Integrantes da Anadep: da dir. para a esq., o vice-presidente administrativo da Anadep, Rômulo Carvalho, a vice-presidente jurídico-legislativa, Kelviane Barros, a presidente Fernanda Fernandes e o vice-presidente institucional, Mário Rhein — Foto: UOL

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