Decisão sobre abertura ou não de investigação contra Moraes fica em segundo plano e prolonga crise no Supremo, dizem juristas
Juristas avaliam que ao não decidir, STF prolonga crise Juristas ouvidos pelo Jornal Nacional afirmam que a sessão desta terça-feira (15) prolonga a crise do STF - Supremo Tribunal Federal. A sessão havia sido convocada para decidir sobre a abertura ou não de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. Mas isso ficou em segundo plano, prolongando a crise, segundo juristas. O plenário foi dominado por discussões preliminares, questões de ordem, dúvidas sobre a validade jurídica e sobre o rito processual. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Luisa Ferreira,
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“Juridicamente é inadmissível, inadmissível. Não tem explicação o fato de o ministro Alexandre de Moraes ter votado nesta sessão. A sessão foi pautada para ver se ele vai ser investigado ou não. Ainda que o que se estivesse em debate naquele momento em que ele votou fosse uma questão de ordem, é uma questão de ordem que vai dizer a respeito do julgamento dele, se ele vai ser julgado agora ou se ele vai ser julgado depois, eventualmente junto com o ministro André Mendonça . Enquanto não se decidir não só sobre esta questão de ordem, ou seja, sobre como vai se dar o julgamento, mas enquanto não se decidir se há ou não elementos o suficiente para investigar o ministro Alexandre de Moraes, o Supremo vai continuar sangrando”.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2026/09/15/decisao-sobre-abertura-ou-nao-de-investigacao-contra-moraes-fica-em-segundo-plano-e-prolonga-crise-no-supremo-dizem-juristas.ghtml.
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