De Tony Stark ao ChatGPT: o risco de criar vínculos emocionais com a IA
Em entrevista à EXAME, o semiólogo Marcus Bruzzo analisa por que criamos laços emocionais com chatbots e alerta para os riscos de terceirizar afeto para assistentes virtuais

RESUMO | Vínculos emocionais com inteligência artificial podem evoluir para dependência ao explorar solidão, carência e busca por validação, afirma Marcus Bruzzo, mestre em Semiótica, em entrevista à EXAME. Segundo Bruzzo, chatbots funcionam como “espelhos digitais” ao personalizar respostas e confirmar expectativas. O comportamento pode reforçar vieses, reduzir o contato com divergências e substituir relações humanas.
Publicado originalmente por Exame. Leia a matéria completa em https://exame.com/inteligencia-artificial/de-tony-stark-ao-chatgpt-o-risco-de-criar-vinculos-emocionais-com-a-ia/.
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