De "sem bens" a fortuna de R$ 356 milhões: veja patrimônio de eleitos em MG
Vittorio Medioli (PL) lidera lista de patrimônios declarados ao TSE; Ana Elisa (PT), eleita com mais de 500 mil votos, não declarou bens

Belo Horizonte — Os deputados estaduais e federais e os senadores eleitos por Minas Gerais em 2026 declararam patrimônios que vão de nenhum bem a mais de R$ 356 milhões à Justiça Eleitoral. O maior valor informado entre os nomes levantados é o do deputado estadual eleito Vittorio Medioli (PL) : R$ 356.809.269,47 .
O patrimônio de Medioli é muito superior ao dos demais parlamentares eleitos pelo estado. Na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), aparecem na sequência Denerval Germano (PL), com R$ 23,8 milhões, e Juca Bahia (PRD), com R$ 23,5 milhões.
Entre os deputados federais eleitos por Minas, os maiores patrimônios são de Paulo Abi-Ackel (PSDB), com R$ 20,09 milhões, e Fabinho Ramalho (PL), com R$ 20,02 milhões.

Já os dois senadores eleitos declararam valores mais próximos. Domingos Sávio (PL) informou patrimônio de R$ 2,4 milhões, enquanto Marília Campos (PT) declarou R$ 1,8 milhão.
Os valores correspondem aos bens declarados pelos próprios candidatos à Justiça Eleitoral neste ano.
Ao todo, seis parlamentares eleitos informaram não ter bens a declarar. Cinco deles foram eleitos para a Assembleia Legislativa: Adriana Souza (PT), Amanda Teixeira Dias (PL), João do Social (Avante), Luiz Paulo (PSB) e Samuel Caires (PL).

Na bancada mineira da Câmara, a única é Ana Elisa (PT). Eleita deputada federal com cerca de meio milhão de votos, a petista informou à Justiça Eleitoral não possuir bens a declarar.
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Publicado originalmente por Metrópoles. Leia a matéria completa em https://www.metropoles.com/minas-gerais/de-sem-bens-a-fortuna-de-r-356-milhoes-veja-patrimonio-de-eleitos-em-mg.

Reprodução — Foto: Metrópoles
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