De clavícula quebrada a pneumotórax: Hopi Hari soma quatro condenações em 11 meses por lesões na Montezum
Como é a Montezum, montanha-russa do Hopi Hari investigada pelo MPSP O Hopi Hari foi condenado em primeira instância em quatro processos por lesões sofridas por visitantes após passarem pela Montezum, montanha-russa de madeira do parque em Vinhedo (SP). As sentenças foram dadas entre 23 de junho de 2025 e 1º de junho de 2026. Os casos foram localizados pelo g1 na consulta pública do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). O levantamento reúne os processos que a reportagem conseguiu identificar e acessar e, por isso, não significa que sejam os únicos envolvendo a atração. As ações tratam de e
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Preventiva diária (realizada diariamente antes da abertura do parque) 5-6 horas de trabalho realizado por um técnico em mecânica 1-2 horas de trabalho realizado por um técnico em elétrica 3-4 horas de trabalho realizado pela equipe de carpintaria (3-4 pessoas) Preventiva semanal (realizada toda semana nos dias de parque fechado) 6-7 horas de trabalho realizado por um técnico em mecânica 2-3 horas de trabalho realizado por um técnico em elétrica 14-15 horas de trabalho realizado pela equipe de carpintaria (8-9 pessoas) Preventiva mensal (realizado durante o mês em que foi gerada, conforme programação) 4-6 horas de trabalho realizado por um técnico em mecânica 2-3 horas de trabalho realizado por um técnico em elétrica Anual (realizada nos trens após 1800-2000 horas de trabalho ou a cada dois anos) 30-50 dias de trabalho realizado pela equipe mecânica (2 mecânicos+1 supervisor)
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2026/09/21/de-clavicula-quebrada-a-pneumotorax-hopi-hari-soma-quatro-condenacoes-em-11-meses-por-lesoes-na-montezum.ghtml.
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