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    De Berkshire a Disney: B3 (B3SA3) inclui 164 novos ativos no mercado a termo

    (Foto: Divulgação) " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2026/03/EspacoB3_01.jpg?fit=1280%2C854&quality=70&strip=all" />B3 amplia o mercado a termo com 99 fundos imobiliários e 65 BDRs, incluindo recibos de Coca-Cola, Visa, Oracle e TSMC The post De Berkshire a Disney: B3 (B3SA3) inclui 164 novos ativos no mercado a termo appeared first on InfoMoney .

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    17 de agosto de 2026 às 13:30
    De Berkshire a Disney: B3 (B3SA3) inclui 164 novos ativos no mercado a termo
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    A B3 ( B3SA3 ) ampliou nesta segunda-feira (17) a lista de ativos disponíveis para negociação no mercado a termo, com a inclusão de 164 novos papéis. A expansão contempla 99 fundos imobiliários (FIIs) e 65 BDRs Não Patrocinados , entre eles recibos de companhias globais como Berkshire Hathaway , Coca-Cola , Disney , Oracle , Palantir , TSMC e Visa .

    A mudança aumenta de forma significativa a presença dessas duas classes de ativos na modalidade. Até agora, apenas 20 FIIs e 14 BDRs Não Patrocinados estavam disponíveis para operações a termo na B3.

    O mercado a termo já movimentou mais de R$ 12 bilhões em 2026, com ticket médio de R$ 189 mil. Em todo o ano passado, o volume negociado chegou a R$ 22,9 bilhões.

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    Além de FIIs e BDRs, também podem ser negociados no mercado a termo ações, units, BDRs Patrocinados e ETFs. Os investidores institucionais respondem atualmente por 73% dos negócios, enquanto as pessoas físicas representam cerca de 17% das operações.

    O próximo rebalanceamento do Ibovespa está previsto para entrar em vigor em 8 de setembro, com a terceira prévia oficial sendo publicada pela B3 no dia 31 de agosto

    “A ampliação do número de ativos disponíveis no mercado a termo da B3 oferece ao investidor mais possibilidades para negociar de acordo com seus objetivos e com o momento de mercado. A entrada de novos FIIs e BDRs traz ainda mais alternativas de exposição ao mercado imobiliário e internacional, utilizando uma modalidade que permite combinar diferentes horizontes e estratégias”, afirma Renato Munhoz, gerente de produtos de Equities da B3.

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    Entre os 65 novos BDRs Não Patrocinados que passam a ser elegíveis para operações a termo estão recibos de algumas das empresas mais conhecidas do mercado internacional.

    A relação inclui Berkshire Hathaway ( BERK34 ), Coca-Cola ( COCA34 ), Disney ( DISB34 ), Goldman Sachs ( GSGI34 ), JPMorgan Chase ( JPMC34 ), Micron Technology ( MUTC34 ), Oracle ( ORCL34 ), Palantir Technologies ( P2LT34 ), Taiwan Semiconductor ( TSMC34 ) e Visa ( VISA34 ).

    Com a ampliação, investidores passam a contar com mais opções para utilizar BDRs em estratégias a termo, adicionando exposição a empresas internacionais dentro dessa modalidade de negociação na B3.

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    Gatilhos técnicos na curva de juros se encontram com uma dívida pública cada vez mais dependente de papéis pós-fixados, e após sessão de estresse na sexta-feira (14)

    A B3 também ampliou de 20 para 119 o número de fundos imobiliários disponíveis para negociação a termo, após a entrada dos 99 novos FIIs.

    Entre os fundos incluídos estão BRCO11 (Bresco), GGRC11 (Zagros Capital), GSFI11 (Capitânia Investimentos), IRIM11 (Iridium Gestão de Recursos), KNSC11 (Kinea), MCCI11 (Mauá Capital Real Estate) e PMLL11 (Patria Investimentos).

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    Segundo a B3, a expansão busca aumentar as alternativas para investidores interessados em combinar exposição ao mercado imobiliário e internacional com diferentes estratégias de negociação.

    No mercado a termo, comprador e vendedor definem antecipadamente o preço de um ativo, enquanto a liquidação da operação ocorre em uma data futura previamente estabelecida.

    A dinâmica é diferente da negociação tradicional no mercado à vista, em que a liquidação financeira ocorre pouco depois da operação. No termo, preço, prazo e demais condições são definidos no momento em que o negócio é fechado.

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    A modalidade pode ser utilizada em estratégias de proteção de carteira (hedge), busca de ganhos, financiamento e gestão de caixa. As operações também podem ser combinadas com posições no mercado à vista, contratos futuros e opções.

    “É uma ferramenta que amplia as possibilidades de planejamento do investidor. O mercado a termo pode ser utilizado tanto para uma visão direcional sobre determinado ativo quanto como parte de estratégias mais sofisticadas de proteção, financiamento ou gestão de caixa”, explica Munhoz.

    O executivo ressalta que a modalidade envolve exposição às oscilações de mercado e necessidade de garantias.

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    “Como toda operação que envolve exposição a mercado e garantias, é importante que o investidor conheça bem o funcionamento do produto e avalie sua adequação ao próprio perfil”, afirma.

    Publicado originalmente por InfoMoney. Leia a matéria completa em https://www.infomoney.com.br/mercados/de-berkshire-a-disney-b3-inclui-164-novos-ativos-no-mercado-a-termo/.

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