Da relação no trabalho à queda no condomínio: o que a polícia revelou sobre o caso Isabelle Caracristi
O que se sabe sobre a morte da estudante Isabelle Caracristi A morte da universitária Isabelle Caracristi, de 22 anos, encontrada sem vida em um condomínio no último dia 13 de setembro, no bairro Aldeota, em Fortaleza, segue sendo investigada. Nessa nova fase, a polícia analisa se o namorado da vítima, João Munhoz Neto, induziu a jovem a tirar a própria vida. O caso, encarado como suicídio, levou à prisão de João Munhoz. A Polícia Civil não descartou nenhuma linha de investigação. A advogada de Munhoz, Lígia Peixe, afirmou, na manhã desta quinta-feira (24), que entrou com pedido de habeas corp
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"Os depoimentos apontam relacionamento abusivo, violência psicológica. Inclusive, isso foi levado em consideração no momento da prisão. As informações prestadas por testemunhas e obtidas também através da investigação da Polícia Civil apontam que o João mantinha ali uma relação de controle, de limitação de ir e vir. Temos depoimentos que afirmam que a Isabelle não podia sequer Ir sozinha na farmácia, descer do escritório", detalhou Márcio Gutiérrez.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2026/09/25/da-relacao-no-trabalho-a-queda-no-condominio-o-que-a-policia-revelou-sobre-o-caso-isabelle-caracristi.ghtml.
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