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    Cultura, criatividade e negócios: debate mostra caminhos para transformar talento em renda no Amapá

    Painel do Projeto ExpoFeira na Rede Fram/Divulgação A cultura, a criatividade e os negócios estiveram no centro das discussões nesta quarta-feira (12), durante a programação da ExpoFeira na Rede, iniciativa da Fundação Rede Amazônica (Fram) realizada dentro da ExpoFeira Amapá 2026. O painel “Amapá que Gera Renda: Cultura, Criatividade e Negócios da Nossa Terra” discutiu como talentos e iniciativas locais podem se transformar em oportunidades de trabalho, renda e novos negócios. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Realizado no Auditório da Secretaria de Estado do Desenvolvime

    G1
    13 de agosto de 2026 às 16:24
    Cultura, criatividade e negócios: debate mostra caminhos para transformar talento em renda no Amapá
    Foto: G1

    Painel do Projeto ExpoFeira na Rede — Foto: Fram/Divulgação

    A cultura, a criatividade e os negócios estiveram no centro das discussões nesta quarta-feira (12), durante a programação da ExpoFeira na Rede, iniciativa da Fundação Rede Amazônica (Fram) realizada dentro da ExpoFeira Amapá 2026.

    O painel “Amapá que Gera Renda: Cultura, Criatividade e Negócios da Nossa Terra” discutiu como talentos e iniciativas locais podem se transformar em oportunidades de trabalho, renda e novos negócios.

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    Realizado no Auditório da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural (SDR), no Parque de Exposições, o encontro teve mediação da jornalista Josi Paixão e foi transmitido ao vivo pelo g1 Amapá e Amazon Sat.

    A discussão destacou a importância de aproximar artistas, produtores, empreendedores e empresas, ampliando o acesso a mercados, tecnologia e formação. Para o coordenador de Projetos da Fundação Rede Amazônica , Matheus Aquino, essa conexão pode fortalecer a economia local e valorizar a produção do estado.

    “Discutir cultura, criatividade e inovação é também falar sobre geração de renda, oportunidades e desenvolvimento. O Amapá tem uma produção cultural e criativa muito rica. Quando aproximamos esses setores, criamos novas possibilidades para fortalecer a economia local e valorizar aquilo que é produzido no nosso território”, explicou.

    Jó Sales - Instituto Amazônia Criativa — Foto: Fram/Divulgação

    Fundador do Instituto Amazônia Criativa, arte-educador e ativista socioambiental, Jó Sales destacou que a criatividade pode ser usada para resolver problemas e criar novas oportunidades profissionais.

    “A Amazônia é um celeiro de pessoas extremamente criativas. Nem toda criatividade precisa subir no palco. A tecnologia também pode ser utilizada para a melhoria da sociedade. As empresas estão precisando de quem resolve problemas. Então, você é empreendedor pensando dessa forma. Acreditar na sua criatividade é o primeiro passo”, disse.

    Jó também chamou atenção para o volume de informações disponível atualmente e para o uso da inteligência artificial como ferramenta de descoberta de novas possibilidades.

    “Nunca na história da humanidade as pessoas tiveram tanto acesso à informação como têm hoje. Filtrem isso, as oportunidades estão aí. A IA nos ajuda a entender as nossas vocações. A gente precisa saber quem a gente é”, explicou.

    Genário Dunas - coordenador de Cultura do Sesc Amapá — Foto: Fram/Divulgação

    O ator, diretor e coordenador de Cultura do Sesc Amapá, Genário Dunas, destacou a força dos artistas locais, mas defendeu mais oportunidades além dos editais.

    “O Amapá é um celeiro de artistas. Há potências para todas as linguagens da cultura local. Eu creio que o mercado não vive somente de editais. A gente poderia ter um calendário. De um lado, temos uma potência que é o artista, mas, do outro, ainda temos poucas oportunidades para esses artistas sobreviverem da sua arte”, disse.

    Para Genário, a formação também é essencial para acompanhar as mudanças do setor.

    “A arte, por si só, nunca será estática. O novo está sempre batendo na porta do artista. Ele precisa transitar, precisa aprender o tempo inteiro. O novo sempre vem”, finalizou.

    Ele também ressaltou o papel das produtoras culturais e das leis de incentivo na retomada de artistas que estavam fora do mercado.

    Erik Rocha - diretor técnico do Instituto Fecomércio-AP e superintendente do Macapá Shopping — Foto: Fram/Divulgação

    Empresário, diretor técnico do Instituto Fecomércio-AP e superintendente do Macapá Shopping, Erik Rocha destacou que o setor empresarial começa a enxergar a cultura como parte das experiências oferecidas aos consumidores.

    “A nossa região tem um potencial muito grande. Os produtores culturais, artesãos, pintores têm uma oportunidade muito grande de se desenvolver culturalmente. As pessoas querem mais experiências. Isso vai fomentar cada vez mais a economia criativa”, afirmou.

    Para ele, a formalização também pode abrir portas para artistas que desejam atuar no mercado empresarial.

    “É importante que você formalize isso, trabalhe uma Mei, procure uma alternativa, porque é um negócio, porque isso abre portas. A busca por tecnologia também. Crie um perfil de público que você quer atender”, disse.

    A ExpoFeira na Rede é uma iniciativa da Fundação Rede Amazônica realizada durante a Expofeira Amapá 2026, com programação voltada à educação, sustentabilidade, inovação, empreendedorismo e desenvolvimento regional. O projeto promove atividades que aproximam comunicação, conhecimento e experiências, valorizando iniciativas e potenciais da Amazônia.

    Painel do projeto ExpoFeira Na Rede - Amapá — Foto: Fram/Divulgação

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/ap/amapa/noticia/2026/08/13/cultura-criatividade-e-negocios-debate-mostra-caminhos-para-transformar-talento-em-renda-no-amapa.ghtml.

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