Crime organizado impõe dificuldades em campanhas na periferia de São Paulo
Candidatos relataram dificuldade de acessar territórios dominados pelo crime organizado nas comunidade periféricas da capital paulista

Passado o primeiro turno das eleições, candidatos relatam dificuldades de entrar nas comunidades periféricas na capital paulista. Segundo um parlamentar, o motivo foi uma “orientação” do “estado paralelo”. Ou seja, o crime organizado não deixou a campanha eleitoral entrar na periferia de São Paulo.
A dificuldade em acessar territórios controlados pelo crime foi relatada à coluna por candidatos de ao menos três partidos. A proibição se deu, principalmente, a aliados do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) .
Alguns cabos eleitorais resolveram inovar e riscar a foto e o número de Tarcísio para conseguir panfletar na periferia.

Um parlamentar disse que as restrições foram um baque para a bancada evangélica.
Como mostrou a coluna de Demétrio Vecchioli , na disputa por cadeiras na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) . Os evangléicos Oseias e Elias de Madureira, ambos do PL, não conseguiram renovar o mandato.
Edna Macedo, irmã do bispo da Igreja Universal Edir Macedo, foi deputada estadual por cinco mandatos, mas dessa vez não conseguiu se eleger.



Publicado originalmente por Metrópoles. Leia a matéria completa em https://www.metropoles.com/colunas/ramiro-brites/crime-campanhas-sao-paulo.

Jessica Bernardo / Metrópoles — Foto: Metrópoles
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