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    Cortes de Trump tiram cobertura de saúde de milhares de refugiados e imigrantes legais nos EUA

    Cortes de Trump no Medicaid deixam refugiados e outros imigrantes legais sem cobertura de saúde. Godofredo A. Vásquez/AP Photo Milhares de imigrantes que vivem legalmente nos Estados Unidos perderam o acesso ao Medicaid, programa público de saúde destinado principalmente à população de baixa renda, após a entrada em vigor de novas regras do governo Donald Trump em 1º de outubro. Entre os afetados estão refugiados, pessoas que receberam asilo e vítimas de tráfico humano e violência doméstica. Muitos trabalham, pagam impostos e dependem do programa para custear consultas, medicamentos e tratamen

    G1
    10 de outubro de 2026 às 13:32
    Cortes de Trump tiram cobertura de saúde de milhares de refugiados e imigrantes legais nos EUA
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    Cortes de Trump no Medicaid deixam refugiados e outros imigrantes legais sem cobertura de saúde. — Foto: Godofredo A. Vásquez/AP Photo

    Milhares de imigrantes que vivem legalmente nos Estados Unidos perderam o acesso ao Medicaid, programa público de saúde destinado principalmente à população de baixa renda, após a entrada em vigor de novas regras do governo Donald Trump em 1º de outubro.

    Entre os afetados estão refugiados, pessoas que receberam asilo e vítimas de tráfico humano e violência doméstica. Muitos trabalham, pagam impostos e dependem do programa para custear consultas, medicamentos e tratamentos médicos.

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    Agora no g1 — Foto: G1 · Fonte: G1

    A estimativa é que mais de 281 mil imigrantes de nove estados americanos e do Distrito de Columbia percam a cobertura, segundo a KFF, organização de pesquisa em saúde. Somente no Arizona, 29 mil pessoas foram excluídas do programa no início deste mês. Na Flórida, a previsão é de aproximadamente 177 mil afetados.

    A medida faz parte de uma reforma mais ampla aprovada em 2025, que prevê cortes bilionários no Medicaid e mudanças nos critérios para receber o benefício.

    Segundo o Escritório de Orçamento do Congresso (CBO), o conjunto das alterações pode deixar 7,5 milhões de pessoas sem seguro de saúde até 2034. Esse número inclui cidadãos americanos afetados por outras restrições, além dos imigrantes.

    O governo defende as mudanças como forma de reduzir gastos públicos e combater irregularidades no programa. Já organizações de defesa dos imigrantes alertam que a perda da cobertura pode interromper tratamentos e aumentar a procura por atendimentos de emergência.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/10/10/cortes-de-trump-tiram-cobertura-de-saude-de-milhares-de-refugiados-e-imigrantes-legais-nos-eua.ghtml.

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