Copiloto que esfaqueou comandante de voo para Israel havia sido proibido de voar em Omã por visões 'radicais', diz jornal
'Não podia deixar ninguém morrer', diz piloto esfaqueado em voo da FlyDubai O copiloto que esfaqueou o comandante de um voo da FlyDubai já havia sido proibido de pilotar em Omã, revelou o jornal Wall Street Journal nesta sexta-feira (2). A proibição foi determinada após autoridades do país identificarem uma possível radicalização ideológica. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Mesmo após a restrição, o piloto foi contratado pela FlyDubai e passou a operar, entre outras rotas, o voo que liga os Emirados Árabes a Israel. As informações foram obtidas pelo jornal com pessoa
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/v/Q/XNwNHhRnqsjeUbCvEaBw/2026-09-30t153917z-408196494-rc2rtna8208m-rtrmadp-3-israel-gulf-flight.jpg)
O episódio passou a ser tratado como terrorismo por autoridades de Israel e dos Emirados Árabes Unidos. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o agressor havia passado por um processo de radicalização islâmica e que pretendia provocar a queda da aeronave.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/10/02/copiloto-que-esfaqueou-comandante-de-voo-para-israel-havia-sido-proibido-de-voar-em-oma-por-visoes-radicais-diz-jornal.ghtml.
Compartilhe
Espalhe essa notícia

