Como traficantes mexicanos driblam maior fiscalização em laboratórios clandestinos
Desde a década de 1990, a metanfetamina é produzida em grande escala no México Rashide Frias/AFP/DW A descoberta de um suposto megalaboratório de metanfetamina no estado mexicano de Chihuahua em meados de setembro reacendeu o debate sobre a força da indústria das drogas sintéticas no México. Embora o governo tenha intensificado as operações contra o narcotráfico sob pressão dos Estados Unidos, especialistas afirmam que os cartéis vêm adaptando seus métodos de produção e distribuição. Enquanto o mercado de fentanil dá sinais de retração, a metanfetamina continua em expansão, impulsionada por té
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Desde a década de 1990, a metanfetamina é produzida em grande escala no México — Foto: Rashide Frias/AFP/DW
A descoberta de um suposto megalaboratório de metanfetamina no estado mexicano de Chihuahua em meados de setembro reacendeu o debate sobre a força da indústria das drogas sintéticas no México.
Embora o governo tenha intensificado as operações contra o narcotráfico sob pressão dos Estados Unidos, especialistas afirmam que os cartéis vêm adaptando seus métodos de produção e distribuição.

Enquanto o mercado de fentanil dá sinais de retração, a metanfetamina continua em expansão, impulsionada por técnicas de fabricação mais baratas e pela persistente demanda nos EUA e no próprio México.
"Cem mil doses diárias de metanfetamina que não chegarão mais às nossas ruas, a nenhum jovem, a nenhuma família de Chihuahua, e que não vão cruzar a fronteira", comemorou a governadora do estado mexicano de Chihuahua, María Eugenia Campos, após a descoberta de um suposto laboratório clandestino de drogas, que chamou atenção por suas dimensões.
A instalação, localizada nas proximidades da cidade de Parral, supostamente era capaz de produzir até 100 quilos de metanfetamina por dia.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/10/12/como-traficantes-mexicanos-driblam-maior-fiscalizacao-em-laboratorios-clandestinos.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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