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    Como proteger o pet da esporotricose? Veja cuidados para evitar a doença

    A esporotricose é uma doença causada por fungos do gênero Sporothrix que pode afetar gatos, cães e também seres humanos. Nos animais, principalmente nos gatos, a transmissão pode acontecer por meio de arranhões, mordidas e contato com lesões contaminadas. A boa notícia é que alguns cuidados simples ajudam a reduzir o risco de o pet contrair a doença. Como prevenir? Evite que o gato tenha acesso à rua: gatos que circulam livremente têm maior contato com outros animais, principalmente os que podem estar infectados. Mantenha o ambiente limpo: faça a higienização frequente dos locais onde o animal

    TNH1
    9 de setembro de 2026 às 09:44
    Como proteger o pet da esporotricose? Veja cuidados para evitar a doença
    Foto: TNH1

    A esporotricose é uma doença causada por fungos do gênero Sporothrix que pode afetar gatos, cães e também seres humanos. Nos animais, principalmente nos gatos, a transmissão pode acontecer por meio de arranhões, mordidas e contato com lesões contaminadas. A boa notícia é que alguns cuidados simples ajudam a reduzir o risco de o pet contrair a doença. Como prevenir? Evite que o gato tenha acesso à rua: gatos que circulam livremente têm maior contato com outros animais, principalmente os que podem estar infectados. Mantenha o ambiente limpo: faça a higienização frequente dos locais onde o animal dorme, come e permanece. Evite contato com animais desconhecidos: principalmente se apresentarem feridas, machucados ou lesões na pele. Cuidado com arranhões e mordidas: brincadeiras que envolvam agressividade ou contato com animais desconhecidos devem ser evitadas. Observe a pele do pet: feridas que não cicatrizam, principalmente no rosto, nas patas e nas orelhas, precisam ser avaliadas por um médico-veterinário. Não abandone um animal com suspeita da doença: além de colocar outros animais em risco, o abandono aumenta a possibilidade de transmissão para pessoas. Atenção aos sinais Nos gatos, a esporotricose pode provocar feridas na pele que demoram a cicatrizar, secreções, crostas e lesões que podem aumentar ou surgir em diferentes partes do corpo. A médica veterinária Dilane Costa reforça que a prevenção começa dentro de casa e que qualquer alteração suspeita deve ser investigada. “O principal cuidado é evitar que o gato tenha acesso livre à rua e o contato com animais desconhecidos. Também é importante observar qualquer ferida que não cicatrize e procurar atendimento veterinário o quanto antes. Nunca devemos manipular lesões suspeitas sem orientação profissional, porque a doença também pode ser transmitida para as pessoas.”, orienta Dilane Costa. E se houver suspeita? O tutor deve evitar tocar diretamente nas lesões e procurar atendimento veterinário. Caso seja necessário manipular o animal, é importante utilizar luvas e higienizar bem as mãos depois. Com prevenção, acompanhamento veterinário e atenção aos sinais, é possível reduzir os riscos e proteger pets e toda a família.

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    Publicado originalmente por TNH1. Leia a matéria completa em https://www.tnh1.com.br/noticia/nid/como-proteger-o-pet-da-esporotricose-veja-cuidados-para-evitar-a-doenca/.

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