Como o tráfico de animais silvestres no Ceará tem migrado de feiras livres para as redes sociais; veja mensagens
Como o tráfico de animais silvestres no Ceará tem migrado daa feiras para as redes sociais Traficantes têm se aproveitado da discrição nas redes sociais para anunciar a venda de animais silvestres. Sem precisar expor o próprio rosto ou o nome, as plataformas viraram alternativa moderna para a prática criminosa, na tentativa de facilitar o contato entre traficantes e compradores, e também de fugir do radar das autoridades. “Eles observaram que esse meio virtual é mais tranquilo, é mais seguro, porque eles não precisam se expor tanto, como quando [o tráfico] era feito há muito tempo atrás, nas f
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“Os animais silvestres não podem ser tratados como animais domésticos. Esse fenômeno que vem sendo muito impulsionado pelas redes sociais, da ‘petificação’ dos animais silvestres, como macacos, cobras, araras, sendo exibidos como se fossem animais domésticos, junto as pessoas dentro de casa, em situações que às vezes são até danosas para os próprios animais . Isso infelizmente tem contribuído para gerar esse interesse, essa curiosidade aumenta a demanda junto aos traficantes por esses animais”, afirmou.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2026/08/16/como-o-trafico-de-animais-silvestres-no-ceara-tem-migrado-de-feiras-livres-para-as-redes-sociais-veja-mensagens.ghtml.
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