Como o super El Niño pode afetar a América Latina, principal região exportadora de alimentos do mundo
Plantação de soja pronta para colheita em Roraima Raquel Maia/Amazônia Agro A América Latina se prepara para o que especialistas avaliam poder ser o El Niño mais forte já registrado, o que levanta dúvidas sobre os impactos do fenômeno na maior região exportadora de alimentos do mundo. O El Niño, caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Pacífico tropical central e oriental, altera os padrões climáticos em todo o mundo. Na América Latina, o fenômeno costuma provocar chuvas mais intensas no sul e elevar o risco de seca em áreas mais ao norte, afetando a agricultura, a produção de energ
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Plantação de soja pronta para colheita em Roraima — Foto: Raquel Maia/Amazônia Agro
A América Latina se prepara para o que especialistas avaliam poder ser o El Niño mais forte já registrado, o que levanta dúvidas sobre os impactos do fenômeno na maior região exportadora de alimentos do mundo .
O El Niño, caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Pacífico tropical central e oriental, altera os padrões climáticos em todo o mundo. Na América Latina, o fenômeno costuma provocar chuvas mais intensas no sul e elevar o risco de seca em áreas mais ao norte, afetando a agricultura, a produção de energia, as rotas comerciais e o meio ambiente.

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Um inverno excepcionalmente chuvoso no Hemisfério Sul, alterações nos ecossistemas marinhos do Pacífico e episódios de seca já afetam partes do Caribe e da Amazônia. Pesquisadores esperam que o fenômeno ganhe força a partir de setembro e possa superar a intensidade do El Niño de 2015-2016, o mais forte já registrado.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2026/08/14/como-o-super-el-nino-pode-afetar-a-america-latina-principal-regiao-exportadora-de-alimentos-do-mundo.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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