Como o Inter garante sustentabilidade e eficiência do seu negócio
Instituição financeira encerrou o segundo trimestre do ano com recordes de resultados e reconhecimentos da excelência no atendimento ao cliente

Nos resultados do segundo trimestre de 2026, o Inter destacou o que classifica como um período de desempenho excepcional da instituição financeira. A instituição financeira destacou a capacidade de crescer de forma sustentável enquanto amplia a participação de mercado em diferentes frentes.
Além de tudo, uma das metas de crescimento e rentabilidade da companhia, “Rule of 50” , anunciada recentemente, no mês de maio, está perto de ser alcançada.
O ARPAC (receita média por cliente ativo) cresceu de modo consistente e atingiu recorde no trimestre. O indicador líquido alcançou R$ 35,5 no segundo trimestre do ano, uma alta de 10% na comparação anual.

Sigla em inglês para Average Revenue Per Active Customer, a métrica financeira e operacional é essencial para grandes instituições financeiras digitais e fintechs, e é usada para medir o nível de engajamento e a rentabilidade do seu público.
A oferta de soluções financeiras personalizadas é citada como um dos fatores que transformam confiança em geração de valor sustentável.
A inovação também aparece como pilar estratégico. A Seven , agente de inteligência artificial para clientes, registrou 6 milhões de usuários ativos. A ferramenta é apontada como responsável por transformar a experiência dos clientes, aprimorando a tomada de decisões e simplificando transações dentro do ecossistema do Inter.

O foco na aquisição de clientes com maior potencial de crescimento de receita reforça, segundo a empresa, a sustentabilidade do modelo de negócios no longo prazo.
Os depósitos totais da instituição financeira atingiram R$ 77 bilhões , um aumento de 24% ano a ano, com 9 milhões de clientes investidores . O custo de funding permaneceu em 66% do CDI, um dos menores do mercado.
Além disso, o Inter conta com excesso de capital de R$ 2,3 bilhões , com índice de Basileia em 14,4% em junho de 2026.

As despesas operacionais cresceram 19% ano contra ano, bem abaixo do crescimento de 32% nas receitas líquidas no mesmo período. E o índice de eficiência atingiu 42,1%.
O número de funcionários permaneceu estável em aproximadamente 4.000. O CTS, que mede o custo total de processar e entregar um produto ou serviço desde o pedido inicial até o cliente final, ficou estável em R$ 13,2 , contribuindo para a melhora da margem líquida por cliente ativo.
Meta anunciada em maio deste ano, a “Rule of 50” é uma métrica de crescimento e rentabilidade adotada como a principal diretriz para os próximos anos. Inclusive como complemento de outros objetivos, como seu Plano 60/30/30.

Foi inspirada na “Rule of 40”, métrica popular entre as empresas de tecnologia dos EUA. Ela se traduz na meta de que a soma do crescimento da companhia com a sua rentabilidade deve superar os 40%. Com a adaptação feita pelo Inter, o número deve ultrapassar 50%.
Com crescimento total da receita líquida ano a ano em 31,7%, mais ROE (Retorno sobre Patrimônio Líquido) de 16,3%, o resultado já chega a 48%.



Publicado originalmente por CNN Brasil. Leia a matéria completa em https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/economia/money/negocios/como-o-inter-garante-sustentabilidade-e-eficiencia-do-seu-negocio/.

Bandeira do Inter. • Divulgação · • Divulgação — Foto: CNN Brasil
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