Como funcionava esquema suspeito de pagar R$ 4 milhões em propina no TO
Polícia Civil cumpre 70 mandados contra suposto esquema de corrupção em 11 cidades do TO A investigação da Polícia Civil que levou à Operação ÔM3GA aponta que o grupo suspeito de atuar em prefeituras e câmaras municipais do Tocantins teria usado contratos públicos para abrir espaço dentro das administrações municipais, conseguir novos negócios e repassar mais de R$ 4 milhões em propinas a agentes públicos. As investigações começaram em 2024, após a identificação de suspeitas de irregularidades em contratações públicas nos municípios de Nova Olinda e Darcinópolis. Depois, o grupo teria expandid
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/A/6/88ZbDYRCmn95TLyRNfBA/foto-e-montagem-vertical-25-.jpg)
As investigações começaram em 2024, após a identificação de suspeitas de irregularidades em contratações públicas nos municípios de Nova Olinda e Darcinópolis. Depois, o grupo teria expandido sua atuação para outras cidades tocantinenses. O suposto esquema teria movimentado mais de R$ 10,3 milhões em verbas públicas entre 2021 e 2025.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2026/10/14/como-funcionava-esquema-suspeito-de-pagar-r-4-milhoes-em-propina-no-to.ghtml.
Compartilhe
Espalhe essa notícia

