Brasil

    Como funcionava esquema que levou à condenação de ex-presidente da Câmara de BH

    Wellington Magalhães participa de audiência em Belo Horizonte Reprodução/TV Globo O esquema de fraude em contratos de publicidade da Câmara Municipal de Belo Horizonte funcionava, segundo a Justiça, por meio da subcontratação de empresas para executar serviços que depois eram cobrados do Legislativo por valores muito acima dos preços de mercado. Em um dos casos citados na sentença, vídeos institucionais que custavam cerca de R$ 2,1 mil para clientes privados foram cobrados da Câmara por até R$ 116,1 mil — diferença superior a 5.400%. Serviços de rádio tiveram sobrepreço médio de 708%. ✅ Clique

    G1
    11 de setembro de 2026 às 07:00
    Como funcionava esquema que levou à condenação de ex-presidente da Câmara de BH
    Foto: G1

    Wellington Magalhães participa de audiência em Belo Horizonte — Foto: Reprodução/TV Globo

    O esquema de fraude em contratos de publicidade da Câmara Municipal de Belo Horizonte funcionava, segundo a Justiça, por meio da subcontratação de empresas para executar serviços que depois eram cobrados do Legislativo por valores muito acima dos preços de mercado.

    Em um dos casos citados na sentença, vídeos institucionais que custavam cerca de R$ 2,1 mil para clientes privados foram cobrados da Câmara por até R$ 116,1 mil — diferença superior a 5.400%. Serviços de rádio tiveram sobrepreço médio de 708%.

    Agora no g1
    Agora no g1 — Foto: G1 · Fonte: G1

    ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp

    Segundo a decisão, parte dos recursos obtidos no esquema era usada para pagar propina ao então presidente da Câmara, Wellington Magalhães . Uma testemunha afirmou ter levado mochilas com dinheiro vivo diretamente ao gabinete da Presidência. Registros apreendidos durante a investigação apontaram repasses de R$ 1,8 milhão ao ex-vereador, identificado nas anotações como "Grandão" ou "G".

    Wellington foi condenado por improbidade administrativa à suspensão dos direitos políticos por oito anos, à perda de eventual função pública e à proibição de contratar com o poder público pelo mesmo período. Ele também terá que devolver os R$ 1,8 milhão, além do valor correspondente a uma caixa de vinhos importados que, segundo a sentença, recebeu no esquema.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2026/09/11/como-funcionava-esquema-que-levou-a-condenacao-de-ex-presidente-da-camara-de-bh.ghtml.

    Imagem 1

    Agora no g1 — Foto: G1

    Compartilhe

    Espalhe essa notícia

    Comentários(0)