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    Como algoritmos mudaram a maneira que interagimos

    A nossa era tem sido rotulada de “sociedade algorítmica” Getty Images via BBC Os algoritmos de rede social, em sua forma comumente conhecida, já completaram 15 anos. Eles nasceram com o surgimento de feeds de notícias personalizados e classificados no Facebook em 2009 e transformaram a forma que interagimos na internet. Como acontece com muitos adolescentes, eles representam um desafio para os adultos que esperam conter seus excessos. Não é por falta de tentativa. Só este ano, governos de todo o mundo tentaram limitar os impactos dos conteúdos nocivos e da desinformação nas redes sociais, efei

    G1
    18 de agosto de 2026 às 13:58
    Como algoritmos mudaram a maneira que interagimos
    Foto: G1

    A nossa era tem sido rotulada de “sociedade algorítmica” — Foto: Getty Images via BBC

    Os algoritmos de rede social, em sua forma comumente conhecida, já completaram 15 anos.

    Eles nasceram com o surgimento de feeds de notícias personalizados e classificados no Facebook em 2009 e transformaram a forma que interagimos na internet.

    Estudante do Ifal ganha competição nacional de algoritmo
    Estudante do Ifal ganha competição nacional de algoritmo — Foto: G1 · Fonte: G1

    Como acontece com muitos adolescentes, eles representam um desafio para os adultos que esperam conter seus excessos.

    Não é por falta de tentativa. Só este ano, governos de todo o mundo tentaram limitar os impactos dos conteúdos nocivos e da desinformação nas redes sociais, efeitos que são amplificados por algoritmos.

    No Brasil, o X , anteriormente conhecido como Twitter , foi banido por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes , até que o site concordou em nomear um representante legal no país e bloquear uma lista de contas que as autoridades acusaram de questionar a legitimidade das últimas eleições.

    Enquanto isso, a União Europeia introduziu novas regras que ameaçam multar as empresas de tecnologia em 6% do volume de negócios e suspendê-las se não conseguirem evitar que suas plataformas sejam utilizadas para interferência em processos eleitorais.

    No Reino Unido uma nova lei de segurança online obriga os sites de redes sociais a reforçar a moderação de conteúdo.

    E nos EUA uma proposta de lei pode proibir o TikTok se o aplicativo não for vendido por sua controladora chinesa.

    Governos enfrentam acusações de que estão restringindo a liberdade de expressão e interferindo nos princípios da internet, tal como estabelecidos nos seus primórdios.

    Num ensaio de 1996, republicado por 500 websites, o mais próximo que se podia chegar de se tornar viral naquela época, o poeta americano e criador de gado John Perry Barlow disse: “Governos do mundo industrial, gigantes cansados ​​de carne e aço, eu venho do ciberespaço, o novo lar da mente. Em nome do futuro, peço ao passado que nos deixe em paz. Você não é bem-vindo entre nós. Você não tem soberania onde nos reunimos.”

    Adam Candeub, professor de Direito e ex-conselheiro do presidente Trump, que se descreve como um absolutista da liberdade de expressão, disse à BBC que as redes sociais estão “polarizando, são turbulentas, são rudes”, uma “maneira terrível de ter discurso público”.

    “Mas a alternativa, que penso que muitos governos estão defendendo, é torná-la um instrumento de controle social e político, e acho isso horrível.”

    O professor Candeub acredita que, a menos que haja “um perigo claro e presente” representado pelo conteúdo, “a melhor abordagem é um mercado de ideias e abertura para diferentes pontos de vista”.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/08/18/como-algoritmos-mudaram-a-maneira-que-interagimos.ghtml.

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    Estudante do Ifal ganha competição nacional de algoritmo — Foto: G1

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