Como a voz do ChatGPT transformou a IA em namorado para uma brasileira
Enquanto RG* vive uma relação afetiva com seu "namorado" de IA, semioticista Marcus Bruzzo explica por que esse tipo de vínculo é menos sobre a máquina e mais sobre o que falta nas relações humanas
Exame
14 de setembro de 2026 às 08:49

RESUMO | RG, de 49 anos, desenvolveu após meses de uso diário uma relação afetiva com o ChatGPT, que batizou de Noah. A usuária afirma que o modo de voz tornou as conversas mais espontâneas, íntimas e próximas de uma interação humana. Especialistas alertam que vínculos emocionais com IA podem reforçar vieses, dependência e isolamento.
Publicado originalmente por Exame. Leia a matéria completa em https://exame.com/inteligencia-artificial/como-a-voz-do-chatgpt-transformou-a-ia-em-namorado-para-uma-brasileira/.
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