Comandante do voo 2283 foi promovido sem experiência mínima e 'coaptado' para omitir panes, diz PF
Voepass: entenda cadeia de responsabilidades que levou PF a indiciar 16 pessoas O relatório final da Polícia Federal sobre a queda do avião da Voepass, que matou 62 pessoas em Vinhedo (SP) em 2024, aponta que o comandante Danilo Romano foi promovido sem ter a experiência mínima exigida pela própria companhia e acabou "coaptado" pela gestão para omitir panes em troca de uma ascensão rápida na carreira. Segundo depoimento do comandante Marcelo Mantovani, Romano chegou à Voepass depois de pilotar jatos Airbus e assumiu o comando de aeronaves ATR sem experiência anterior no modelo. A empresa exigi
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/Y/6/8MOVBkQx2B5JcKOjGO4A/000-36cv9vd.jpg)
Desde o início das investigações, a VOEPASS colaborou integralmente com as autoridades, disponibilizando documentos, diários de bordo, registros operacionais e relatórios técnicos ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e à Polícia Federal. A companhia compreende que o relatório da Polícia Federal integra a fase investigatória e aguardará os próximos desdobramentos processuais, e, se for o caso, exercerá plenamente seu direito de defesa, nos termos da legislação vigente.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2026/08/08/comandante-do-voo-2283-foi-promovido-sem-experiencia-minima-e-coaptado-para-omitir-panes-diz-pf.ghtml.
Compartilhe
Espalhe essa notícia

