Colômbia enfrenta colapso hospitalar e toques de recolher após terremoto de magnitude 7,4
Terremoto mata 111 na Colômbia Socorristas e voluntários trabalham contra o tempo nesta terça-feira (11) para encontrar sobreviventes após o terremoto mais forte registrado na Colômbia na última década. Segundo o balanço mais recente, o desastre deixou ao menos 162 mortos, mais de 500 feridos e dezenas de desaparecidos. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Em Cali, onde os hospitais atingiram a capacidade máxima, as autoridades decretaram toque de recolher e determinaram a militarização da cidade. O presidente Abelardo de la Espriella, empossado há quatro dias, declarou
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/y/T/TrZTueSVqrpOb2nkD5tQ/design-sem-nome-60-.jpg)
"Chegar até aqui foi impressionante. Parecia o fim do mundo. Carros e motos circulavam na contramão à procura de familiares", afirmou à agência de notícias AFP o socorrista Nelson Moreno, que participou das buscas por uma amiga soterrada após o desabamento de duas torres residenciais de cinco andares. Segundo ele, o pai da mulher e seu bebê ficaram feridos, mas conseguiram escapar com vida.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/08/11/colombia-terremoto-enfrenta-colapso-hospitalar-toques-de-recolher.ghtml.
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