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    Colômbia autoriza operações militares com os EUA contra narcotráfico

    O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, e o ministro da Defesa da Colômbia, Jorge Eduardo Mora, assinam documentos para formalizar a entrada da Colômbia em uma coalizão de países latino-americanos liderada por militares e voltada ao combate ao narcotráfico, durante uma cerimônia de assinatura na Cidade do Panamá, Panamá, em 12 de agosto de 2026. Foto tirada com celular. REUTERS/Phil Stewart " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2026/08/2026-08-12T214304Z_1890638240_RC23XMAOM4NJ_RTRMADP_3_USA-TRUMP-HEGSETH-COLOMBIA.jpg?fit=1280%2C849&quality=70&strip=all" />Ac

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    13 de agosto de 2026 às 01:31
    Colômbia autoriza operações militares com os EUA contra narcotráfico
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    O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, e o ministro da Defesa da Colômbia, Jorge Eduardo Mora, assinam documentos para formalizar a entrada da Colômbia em uma coalizão de países latino-americanos liderada por militares e voltada ao combate ao narcotráfico, durante uma cerimônia de assinatura na Cidade do Panamá, Panamá, em 12 de agosto de 2026. Foto tirada com celular. REUTERS/Phil Stewart

    O novo governo conservador da Colômbia está trabalhando em parceria com Washington para combater grupos de narcotraficantes em seu território, como parte de uma ofensiva dos Estados Unidos para coordenar ataques militares conjuntos contra o chamado “narcoterrorismo” nas Américas.

    O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, fez o anúncio nesta quarta-feira, no Panamá. Ele também agradeceu a outros países que já se comprometeram a trabalhar com o presidente Donald Trump para destruir laboratórios de drogas e redes de tráfico, entre eles Equador, Honduras e Guatemala.

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    O anúncio de Hegseth faz da Colômbia — maior produtora de cocaína do mundo — o quarto e maior país latino-americano a autorizar operações militares conjuntas com os EUA.

    “A Colômbia já solicitou que o Departamento de Guerra se junte ao país em sua luta contra o narcoterrorismo, autorizando operações militares conjuntas para destruir redes terroristas e de terrorismo”, disse Hegseth, usando o nome dado por Trump ao que anteriormente era chamado de Departamento de Defesa dos EUA.

    O presidente Abelardo de la Espriella, advogado conservador e aliado de Trump, assumiu o cargo na Colômbia na semana passada prometendo intensificar o combate a grupos armados após quatro anos de governo de esquerda. O Ministério das Relações Exteriores colombiano não respondeu imediatamente a um pedido de comentário enviado por mensagem de texto.

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    Presidente dos EUA afirmou que pretende manter o controle do Estreito de Ormuz

    No último ano, o governo Trump reformulou a estratégia americana para combater as redes de tráfico na região. Os EUA realizaram dezenas de ataques contra supostas embarcações usadas por traficantes no Caribe e no Pacífico Oriental, operações que deixaram mais de 220 mortos e provocaram críticas sobre sua legalidade. Trump também ordenou a captura do ex-homem forte da Venezuela, Nicolás Maduro, que foi acusado em tribunais americanos de crimes relacionados ao tráfico de drogas.

    Hegseth agradeceu especificamente ao governo do presidente equatoriano Daniel Noboa por assumir um papel de liderança na iniciativa. Em março, os EUA anunciaram ter apoiado operações realizadas por forças locais contra instalações suspeitas de produção de drogas no país sul-americano.

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    Sob o comando de Hegseth, as Forças Armadas americanas priorizaram o que ele chama de Força-Tarefa Conjunta do Hemisfério Ocidental, que busca mobilizar mais recursos para defender o território dos EUA e fortalecer parcerias regionais. A política dá continuidade a esforços anteriores para realizar ataques militares com o objetivo de desmantelar redes de tráfico ilegal.

    Trump vem há meses defendendo uma maior atuação militar de países parceiros que se juntem aos EUA. O apelo ganhou força com o avanço eleitoral recente de líderes mais conservadores na América Latina, que compartilham prioridades semelhantes às do governo americano.

    O presidente dos EUA também tem promovido o que chamou de Aliança Escudo das Américas, formada por um grupo mais amplo de países que também pretende combater cartéis de drogas e outras redes criminosas.

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    Publicado originalmente por InfoMoney. Leia a matéria completa em https://www.infomoney.com.br/mundo/colombia-autoriza-operacoes-militares-com-os-eua-contra-narcotrafico/.

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