CNJ autoriza Justiça do DF a pagar R$ 455,7 milhões em 'adicional por tempo de serviço' a magistrados
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) autorizou, após auditoria, que o Tribunal de Justiça do Distrito Federal pague R$ 455,7 milhões em benefícios represados para 314 magistrados da própria Corte. A auditoria recolheu dados de 63 tribunais e, após avaliação, liberou os pagamentos em apenas quatro deles (veja abaixo). O montante a ser desembolsado pela Justiça do DF é o maior entre os aprovados. ➡️O valor corresponde ao Adicional por Tempo de Serviço – um bônus de 5% adicionais sobre os vencimentos dos magistrados a cada cinco anos de serviço efetivo, limitados a um total máximo de 35%. ➡️Os ou
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) autorizou, após auditoria, que o Tribunal de Justiça do Distrito Federal pague R$ 455,7 milhões em benefícios represados para 314 magistrados da própria Corte .
A auditoria recolheu dados de 63 tribunais e, após avaliação, liberou os pagamentos em apenas quatro deles (veja abaixo). O montante a ser desembolsado pela Justiça do DF é o maior entre os aprovados.
➡️ O valor corresponde ao Adicional por Tempo de Serviço – um bônus de 5% adicionais sobre os vencimentos dos magistrados a cada cinco anos de serviço efetivo, limitados a um total máximo de 35%.

➡️ Os outros tribunais que não "passaram" na auditoria terão de enviar dados complementares sobre o pagamento ao CNJ.
Ao todo, as quatro cortes aprovadas pelo CNJ podem liberar até R$ 1,1 bilhão em benefícios pendentes. O pagamento ainda depende de aval do Supremo Tribunal Federal ( STF ).
A medida faz parte da decisão de junho da Suprema Corte, que estabeleceu critérios para os pagamentos dos chamados penduricalhos, verbas que ficam fora do teto do funcionalismo.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2026/08/08/cnj-autoriza-justica-do-df-a-pagar-r-4557-milhoes-em-adicional-por-tempo-de-servico-a-magistrados.ghtml.

Entenda as novas regras de pagamento dos penduricalhos do judiciário — Foto: G1
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