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    Cine Tutu, 1ª sala da Vila Madalena, chega com charme e reforço do Barouche

    Cercada de bares, restaurantes e quitutes por todos os lados, a Vila Madalena encontrou um espacinho para um empreendimento com o qual não está muito habituada, sua primeira sala de cinema . Leia mais (10/01/2026 - 12h10)

    Folha de S.Paulo
    1 de outubro de 2026 às 15:10
    Cine Tutu, 1ª sala da Vila Madalena, chega com charme e reforço do Barouche
    Foto: Folha de S.Paulo

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    São Paulo Cercada de bares, restaurantes e quitutes por todos os lados, a Vila Madalena encontrou um espacinho para um empreendimento com o qual não está muito habituada, sua primeira sala de cinema .

    O espaço do Cine Tutu, novo cinema de rua na Vila Madalena - Karime Xavier/Folhapress · Karime Xavier/Folhapress
    O espaço do Cine Tutu, novo cinema de rua na Vila Madalena - Karime Xavier/Folhapress · Karime Xavier/Folhapress — Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

    A partir desta quinta-feira (1º), o Cine Tutu começa suas atividades em uma quadra mais residencial da rua Girassol, no térreo de um prédio de escritórios.

    Aliás, no subsolo. Quem ocupa o piso diante da rua é o Barouche, bar-café (nesta ordem) com o cardápio bem ao gosto de quem quiser tomar um drinque antes ou depois da sessão.

    E se cinema de rua + Barouche te fez lembrar de algo, é porque essa é a combinação já consolidada do Cinesala, que fica a uns 15 minutos de distância e tem entre os sócios Paulo Velasco, nome por trás do Tutu —assim batizado pelo apelido da filha de Paulo, a Tutu.

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    No novo cinema, o cardápio é maior do que o da sala da rua Fradique Coutinho —onde é chamado de Barouche Pipoca—, mais parecido com o do bar que ocupou até poucos dias um outro endereço na mesma Vila Madalena.

    Em um ambiente arejado e elegante, o cardápio começa nos cookies (R$ 19) e croissants (R$ 18) e vai até o ótimo club sandwich (R$ 64), que vale por uma refeição.

    Na parte das bebidas, talvez seja preciso assistir a mais de um filme para dar conta dos três drinques autorais, elaborados por Danilo Nakamura: açaí (R$ 43), a base de rum e vermute; guaraná, gelo e laranja (R$ 45), que desconstrói o nome e leva na fórmula um vermute com aroma de caju; e o der wermut (R$ 48), um vermute puro e saboroso, da Vinhas do Tempo.

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    Todos eles dividem a carta com duas opções de cervejas artesanais —fornecidas pela Tarantino e pela Trilha— e por opções de vinhos (tinto, rosé e branco). Sim, dá também para pedir o combo clássico com pipoca (R$ 22) e refrigerante.

    Por enquanto, o horário do Barouche deve ser flexível, começando a operar meia hora antes da primeira sessão, e terminando meia hora depois do início do último filme.

    Entre o Barouche no térreo e a sala no subsolo, uma pequena arquibancada com degraus altos deve funcionar como sala de espera e ponto de encontro.

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    No interior da única sala —equipada com som Dolby 7.1 e tela de 8,90 m x 3,72 m, com projetor a laser e resolução 4K—, chama a atenção as confortáveis poltronas largas e floridas, que confere ao cinema um certo aconchego.

    Como no Cinesala, as duas primeiras fileiras são equipadas com chaise longues, que permitem que o cinéfilo fique praticamente deitado na poltrona.

    Na programação, para abrir os trabalhos, a primeira sessão será do aguardado documentário "Naza", de Yuval Abraham e Rachel Szor, filme premiado em Veneza e que já é cotado para estar entre os indicados de sua categoria no próximo Oscar. Nesta quinta (1º), às 20h, a sessão gratuita será seguida por um Debate Folha , com a jornalista Patrícia Campos Mello .

    No dia seguinte, "Naza" passa a ter sessões às 15h e divide a grade com o documentário nacional "As Dores do Mundo: Hyldon" (17h10) e "Digger", novo filme de Alejandro G. Iñárritu, com Tom Cruise (20h40).

    O valor do ingresso varia de acordo com o horário e dia da sessão. A primeira exibição do dia custa R$ 26 (inteira) de segunda a sexta. Às quintas e sextas, depois das 18h, o tíquete sai por R$ 52 —mesmo valor para qualquer horário do fim de semana.

    Par sentar no confortável sofazinho das primeiras filas fica um pouco mais caro: R$ 70 (segunda a quarta, individual) e R$ 84 (quinta a domingo).

    Já o antigo Barouche na rua Medeiros de Albuquerque continuará funcionando para eventos.

    Cine Tutu r. Girassol, 555, Vila Madalena, @ cinetutu.sp . Ingr.: R$ 26 (inteira, segunda a quarta) a R$ 84 (sofá, quinta a domingo)

    Publicado originalmente por Folha de S.Paulo. Leia a matéria completa em https://redir.folha.com.br/redir/online/emcimadahora/rss091/*https://guia.folha.uol.com.br/cinema/2026/10/cine-tutu-1a-sala-da-vila-madalena-chega-com-charme-e-reforco-do-barouche.shtml.

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    O espaço do Cine Tutu, novo cinema de rua na Vila Madalena - Karime Xavier/Folhapress · Karime Xavier/Folhapress — Foto: Folha de S.Paulo

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