Cidades em que ninguém nasce: os relatos de mulheres que enfrentam viagens para dar à luz por falta de maternidade em MT
Grávidas enfrentam viagens para dar à luz por falta de maternidade em MT Em 108 dos 142 municípios de Mato Grosso não há maternidade pública. Para as gestantes que vivem nesses locais, ter um filho significa pegar a estrada durante a gravidez, planejar onde ficar quando o parto se aproxima e montar uma logística para conseguir chegar à maternidade de referência a tempo. O g1 acompanhou histórias em cidades de perfis diferentes para mostrar como a falta de maternidades públicas afeta a população: em Araguainha, Maria Luiza Ferreira da Silva, de 38 anos, enfrentou viagens a cada 15 dias durante
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O transporte era organizado pela Secretaria Municipal de Saúde. Como a cesariana estava prevista para as 38 semanas, Maria Luiza planejava ficar na casa da irmã para estar mais perto da maternidade. O parto, no entanto, não seguiu o planejamento, pois a bolsa rompeu uma semana antes. Ela foi levada de ambulância para Rondonópolis e, apesar da expectativa de uma cesariana, deu à luz de parto normal poucos minutos após ser internada.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/mt/mato-grosso/noticia/2026/09/13/cidades-em-que-ninguem-nasce-os-relatos-de-mulheres-que-enfrentam-viagens-para-dar-a-luz-por-falta-de-maternidade-em-mt.ghtml.
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