Chris Rock volta à cadeira de diretor com a comédia dramática 'Misty Green'
Após mais de 10 anos sem dirigir para o cinema , o astro do stand-up Chris Rock retorna com "Misty Green", uma comédia dramática sobre Hollywood . O norte-americano não descartou seu interesse em produções de outros gêneros para dar continuidade à carreira atrás das câmeras. Leia mais (09/13/2026 - 20h50)

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.
Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.
Após mais de 10 anos sem dirigir para o cinema , o astro do stand-up Chris Rock retorna com "Misty Green", uma comédia dramática sobre Hollywood . O norte-americano não descartou seu interesse em produções de outros gêneros para dar continuidade à carreira atrás das câmeras.

"Sempre serei um comediante", disse Rock neste domingo (13), um dia após a estreia mundial de seu novo filme no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF). "O próximo filme pode ser superobscuro ou realmente absurdo", acrescentou. "Seja o que for, vou tentar torná-lo incrível."
O último filme dirigido por Rock foi a comédia romântica "Top Five", de 2014.
"Misty Green" é estrelado por Rosalind Eleazar, conhecida por seu papel na série " Slow Horses ", que interpreta uma atriz festeira, antes bem-sucedida, cuja carreira enfrenta dificuldades. Ela tem pouco dinheiro, está prestes a ser despejada de seu apartamento e precisa arrumar trabalho rapidamente.

O filme está repleto de tiradas hilárias, mas adota um tom sério ao explorar temas como racismo institucional, abuso de drogas e as armadilhas da fama em Hollywood.
No tapete vermelho, antes da estreia, o lendário comediante disse: "Eu não deveria ter que fazer a mesma coisa todas as vezes". "Vamos ver como é o drama de Chris Rock", acrescentou.
A revista norte-americana Variety classificou "Misty Green" como "o melhor filme sobre Hollywood em anos", e a atuação de Eleazar tem sido elogiada pela crítica.

A britânica, que atua ao lado de nomes renomados como Adam Driver, Anna Kendrick e o próprio Chris Rock, disse à imprensa que temeu que sua participação no elenco pudesse afastar outras estrelas. "Há muitos nomes maiores que o meu que poderiam ter assumido este papel", disse ela, mencionando que alguns atores poderiam ter pensado que "isso não valia a pena".
Rock disse no domingo que seus filmes "têm melhorado progressivamente", mas não quis se comprometer com o que poderá vir depois. "Não vou me prender a nada", afirmou.
Você já conhece as vantagens de ser assinante da Folha? Além de ter acesso a reportagens e colunas, você conta com newsletters exclusivas ( conheça aqui ). Também pode baixar nosso aplicativo gratuito na Apple Store ou na Google Play para receber alertas das principais notícias do dia. A sua assinatura nos ajuda a fazer um jornalismo independente e de qualidade. Obrigado!

Mais de 180 reportagens e análises publicadas a cada dia. Um time com mais de 200 colunistas e blogueiros. Um jornalismo profissional que fiscaliza o poder público, veicula notícias proveitosas e inspiradoras, faz contraponto à intolerância das redes sociais e traça uma linha clara entre verdade e mentira. Quanto custa ajudar a produzir esse conteúdo?
Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.
Publicado originalmente por Folha de S.Paulo. Leia a matéria completa em https://redir.folha.com.br/redir/online/emcimadahora/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/09/chris-rock-volta-a-cadeira-de-diretor-com-a-comedia-dramatica-misty-green.shtml.

O comediante, ator e diretor de cinema americano Chris Rock compareceu à estreia de seu filme 'Misty Green' durante o Festival Internacional de Cinema de Toronto, no Canadá - Cole Burston - 12.set.2026/AFP · Cole Burston - 12.set.2026/AFP — Foto: Folha de S.Paulo
Compartilhe
Espalhe essa notícia

