Chacina, corpos decapitados e assassinato com 80 tiros: facções brasileiras expandem poder com violência nas fronteiras da Bolívia
Forças de segurança do Brasil e Bolívia reforçam combate ao crime organizado Às margens do fronteiriço rio Mamoré, dezenas de viajantes sobem e descem das lanchas sem parar no controle migratório em Guayaramerín, uma das portas de entrada das facções brasileiras que expandem a violência pela Bolívia. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp "Nunca ninguém revista" os passageiros, diz Donald Somoza, pedreiro aposentado de 75 anos, nas proximidades do pequeno porto amazônico que vive do comércio com o Brasil. A pequena cidade de 40 mil habitantes, com pistas de terra avermelha
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/b/f/AzEi2TQqGCHINMSlPdXg/afp-20260813-c4lq2x3-v1-midres-boliviabrazilbordersecurity.jpg)
Segundo o governo boliviano, Guayaramerín, assim como outras localidades fronteiriças da Bolívia , viraram um "refúgio" do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV), facções brasileiras que disputam o controle de corredores para traficar cocaína pelo Atlântico.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/08/19/chacina-corpos-decapitados-e-assassinato-com-80-tiros-faccoes-brasileiras-expandem-poder-com-violencia-nas-fronteiras-da-bolivia.ghtml.
Compartilhe
Espalhe essa notícia

