Cerveja de baixa caloria cresce 30% em SP e vende mais do que a sem álcool, diz HYPR
A cerveja de baixa caloria , com menos carboidratos, glúten e uma quantidade moderada de álcool, ganhou mercado que antes era ocupado pela versão sem álcool, segundo a HYPR, empresa de infraestrutura de dados que processa notas fiscais eletrônicas do varejo alimentar paulista. A companhia afirma que, no primeiro semestre deste ano, o faturamento da bebida álcool zero caiu 5,2%. A de baixa caloria avançou 30,6%. Leia mais (09/22/2026 - 10h00)

Editado por Alex Sabino (interino), espaço cobre os bastidores da economia e de negócios. Com Luana Franzão e Maria Clara Guilherme
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A cerveja de baixa caloria , com menos carboidratos, glúten e uma quantidade moderada de álcool, ganhou mercado que antes era ocupado pela versão sem álcool, segundo a HYPR, empresa de infraestrutura de dados que processa notas fiscais eletrônicas do varejo alimentar paulista. A companhia afirma que, no primeiro semestre deste ano, o faturamento da bebida álcool zero caiu 5,2%. A de baixa caloria avançou 30,6%.
Em junho, a cerveja com menos caloria vendeu 22,2% mais do que a sem álcool.

O levantamento analisou 15,8 milhões de itens de cerveja registrados em 9 milhões de notas fiscais emitidas entre janeiro e junho em São Paulo, movimento que somou R$ 249,1 milhões em vendas.
Mas as duas categorias, juntas, ainda representam pequena parte do que é comercializado. São 3,56% do faturamento total de cerveja no estado. A cada R$ 100 gastos, R$ 96,40 vão para a versão tradicional.
A cerveja sem álcool é adquirida em quantidades menores por nota (3,14 unidades em média), padrão associado a um consumo individual dentro de uma compra maior. Já a de baixa caloria acompanha o volume típico de abastecimento doméstico, com 5,63 unidades por nota, comportamento semelhante ao da cerveja tradicional.

A nota com cerveja de baixa caloria concentra itens como energético, salgadinho, iogurte, queijo muçarela e chocolate, configurando um padrão de petisco. A cesta da cerveja sem álcool tem mais presença de energético, iogurte, água mineral e café, compatível com compra de abastecimento.
Os dois mercados também são concentrados, ainda que de forma diferente. Na sem álcool, quatro marcas somam 84,1% do faturamento, com a Heineken Zero na liderança isolada (42%). Na baixa caloria, três marcas respondem por 93,8% das vendas, lideradas pela Michelob Ultra (38,3%), seguida por Império Ultra (29,8%) e Amstel Ultra (25,7%).
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Publicado originalmente por Folha de S.Paulo. Leia a matéria completa em https://redir.folha.com.br/redir/online/emcimadahora/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2026/09/cerveja-de-baixa-caloria-cresce-30-em-sp-e-vende-mais-do-que-a-sem-alcool-diz-hypr.shtml.

Michelob Ultra foi a cerveja mais vendida em São Paulo no primeiro semestre deste ano (38,3%), diz levantamento - Divulgação · Divulgação — Foto: Folha de S.Paulo
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