Centrais defendem voto em Lula e dizem que é preciso dialogar com quem votou em outros candidatos
Após o primeiro turno das eleições, as centrais sindicais se reuniram nesta terça-feira (6), reforçaram o voto no presidente Lula ( PT ) e defenderam uma mobilização para convencer o eleitor de que o petista é a melhor alternativa para o trabalhador brasileiro. Leia mais (10/06/2026 - 16h14)

Editado por Fábio Zanini, espaço traz notícias e bastidores da política. Com Carlos Petrocilo e Gabriela Echenique
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Após o primeiro turno das eleições, as centrais sindicais se reuniram nesta terça-feira (6), reforçaram o voto no presidente Lula ( PT ) e defenderam uma mobilização para convencer o eleitor de que o petista é a melhor alternativa para o trabalhador brasileiro.
"Eleger Luiz Inácio Lula da Silva fortalecerá a atuação do Executivo junto ao Congresso Nacional em defesa de pautas que beneficiem os trabalhadores como o fim da escala 6x1 e a redução da jornada, sem redução salarial", afirmam.

As centrais afirmam que o resultado de domingo (4) mostrou que é preciso explicar melhor os projetos que estão em disputa e, com isso, comparar Lula a Flávio Bolsonaro ( PL ).
Mas, para além disso, dizem que é preciso olhar para dentro, recalibrar e reconhecer as limitações para corrigir rumos. As centrais defendem que os aliados de Lula rompam a bolha e conversem com todos os eleitores.
"É preciso romper a bolha e olhar para o conjunto da sociedade, e não apenas para partes dela, compreendendo quais temas nos unem e quais nos dividem. Um governo deve trabalhar pela união e criar condições para que toda a sociedade avance", afirmam.

Os sindicatos defendem o diálogo com aqueles que votaram em candidatos derrotados no primeiro turno e mesmo em quem optou por Flávio. Além disso, reforçam a importância de ouvir quem votou em branco ou não compareceu às urnas.
Enquanto os partidos de centro já se articulam para declarar apoio a Flávio no segundo turno, as centrais pedem que o governo reconstrua pontes com lideranças políticas e partidos para além da atual chapa.
"Estão em disputa duas visões de mundo contraditórias: uma que valoriza o trabalhador e apoia sua ascensão; outra que considera o empobrecimento e a desigualdade consequências aceitáveis da manutenção de privilégios", afirmam.

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Publicado originalmente por Folha de S.Paulo. Leia a matéria completa em https://redir.folha.com.br/redir/online/emcimadahora/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2026/10/centrais-defendem-voto-em-lula-e-dizem-que-e-preciso-dialogar-com-quem-votou-em-outros-candidatos.shtml.

O presidente Lula, ao lado do vice presidente Geraldo Alckmin e dos ministros Luiz Marinho (Trabalho) e Guilherme Boulos (Secretaria Geral), durante reunião com centrais sindicais. No palácio do Planalto - Pedro Ladeira - 15.abr.26/Folhapre — Foto: Folha de S.Paulo
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