Celulares intermediários estão mais caros e chegam até R$ 7 mil; g1 testou 5 deles para ver qual vale a pena
Celular tá caro: o que a IA tem a ver com o aumento do preço de celulares? Escolher um celular Android intermediário é tarefa difícil em 2026 – e é tudo culpa da inteligência artificial. A categoria, que costumava oferecer bom desempenho a preços mais competitivos, é mais uma vítima da guerra de chips e memória RAM para equipar serviços de IA. O resultado foi um aumento no preço – que pode ir de R$ 2.000 até R$ 7.000, dependendo do modelo na mesma categoria. Em 2025, os valores chegavam no máximo a R$ 3.000. Para comparação, com R$ 4.500 (ou até menos), dá para comprar um celular topo de linha
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Jovi V70: aposta em bateria de longa duração e câmera de 200 MP, com configurações que poderiam ser mais avançadas pelo preço. Moto Edge 70 Pro: é o mais potente e completo da seleção. Fica como segunda opção em custo/benefício. Oppo Reno 16: tenta equilibrar desempenho, câmeras e formato mais compacto, mas é mais caro que um iPhone 16 , mesmo após a redução do preço do lançamento. Realme 16: prioriza bateria grande, design e preço mais baixo. As configurações são inferiores às dos concorrentes. Samsung Galaxy A57: entrega boa agilidade e preço competitivo, sendo o melhor custo/benefício do teste.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/guia/guia-de-compras/tecnologia/celulares/g1-testou-5-celulares-categoria-dos-intermediarios-guia-de-compras-saiba-qual-vale-a-pena.ghtml.
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