Caso Yara Paulino: Ex-marido e outros três devem ir a júri popular mais de 1 ano após crime no Acre
Ismael Bezerra Freire (ex-marido), Patrícia de Castro da Silva, Leiliane Alves da Silva e Francisco Gleidson de Souza Nunes vão a júri por envolvimento na morte de Yara Paulino da Silva em Rio Branco, em 2025 Reprodução/MP-AC Quatro dos nove suspeitos envolvidos no assassinato de Yara Paulino da Silva, de 28 anos, em Rio Branco, foram pronunciados a júri popular referente ao caso no Acre. Entre os réus está Ismael Bezerra Freire, ex-marido da vítima. A previsão é de que o julgamento ocorra entre novembro e dezembro deste ano. Os suspeitos Francisco Gleidson de Souza Nunes, Leiliane Alves da Si
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Francisco Gleidson de Souza Nunes, vulgo "Neném ou Pai": por homicídio qualificado por motivo torpe, com meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, além de uso de arma, liderança e participação de crianças e adolescentes e conexão com outras organizações criminosas; Leiliane Alves da Silva, vulgo "Comadre": por homicídio qualificado por motivo torpe, com meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima além de uso de arma, liderança e participação de crianças e adolescentes e conexão com outras organizações criminosas; Patrícia de Castro da Silva, vulgo "Neguinha": por homicídio qualificado por motivo torpe, com meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima além de uso de arma, liderança e participação de crianças e adolescentes e conexão com outras organizações criminosas; Maria Liberdade da Silva Siqueira Chaves: por homicídio qualificado por motivo torpe, com meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima além de uso de arma, liderança e participação de crianças e adolescentes e conexão com outras organizações criminosas; José Gabriel Lima do Nascimento, vulgo Metralha" ou "Lacoste": por homicídio qualificado por motivo torpe, com meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima além de uso de arma, liderança e participação de crianças e adolescentes e conexão com outras organizações criminosas; Janderson Duque de Barros, vulgo "Chosen": por homicídio qualificado por motivo torpe, com meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima além de uso de arma, liderança e participação de crianças e adolescentes e conexão com outras organizações criminosas; Gabriel Sales Souza, vulgo "Falcão" ou "Limão": por homicídio qualificado por motivo torpe, com meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima além de uso de arma, liderança e participação de crianças e adolescentes e conexão com outras organizações criminosas; Ismael Bezerra Freire: por homicídio qualificado por motivo torpe, com meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima além de uso de arma, liderança e participação de crianças e adolescentes e conexão com outras organizações criminosas; Mizael Bezerra Freire: por homicídio qualificado por motivo torpe, com meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima além de uso de arma, liderança e participação de crianças e adolescentes e conexão com outras organizações criminosas.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/ac/acre/noticia/2026/10/08/caso-yara-paulino-ex-marido-e-outros-tres-devem-ir-a-juri-popular-mais-de-1-ano-apos-crime-no-acre.ghtml.
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