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    Caso Miguel: relatório aponta atraso e 'falhas sistêmicas' da rede pública na morte do bebê em Sorocaba

    Bebê dá entrada em unidade de saúde morto e com sinais de espancamento e abuso em Sorocaba Reprodução A Comissão Especial da Câmara Municipal de Sorocaba (SP) que apurou possíveis falhas na rede de proteção após a morte do bebê Miguel Franco Silva, de 1 ano e 2 meses, apontou "graves fragilidades institucionais, atrasos inaceitáveis e negligência" no cumprimento de deveres leiais por parte das instituições públicas da cidade. As informações estão no relatório parcial da Comissão, ao qual o g1 e a TV TEM tiveram acesso nesta terça-feira (25). A leitura do documento final deve acontecer na sessã

    G1
    25 de agosto de 2026 às 22:07
    Caso Miguel: relatório aponta atraso e 'falhas sistêmicas' da rede pública na morte do bebê em Sorocaba
    Foto: G1

    Bebê dá entrada em unidade de saúde morto e com sinais de espancamento e abuso em Sorocaba — Foto: Reprodução

    A Comissão Especial da Câmara Municipal de Sorocaba (SP) que apurou possíveis falhas na rede de proteção após a morte do bebê Miguel Franco Silva, de 1 ano e 2 meses, apontou "graves fragilidades institucionais, atrasos inaceitáveis e negligência" no cumprimento de deveres leiais por parte das instituições públicas da cidade.

    As informações estão no relatório parcial da Comissão, ao qual o g1 e a TV TEM tiveram acesso nesta terça-feira (25). A leitura do documento final deve acontecer na sessão de quinta-feira (27) após pelo menos dois adiamentos. A Prefeitura de Sorocaba informou, em nota, que não teve ciência formal do relatório e que o caso é apurado em Processo Administrativo Disciplinar (PAD) sob sigilo (veja mais detalhes abaixo).

    Comissão de Sorocaba faz última reunião sobre possíveis falhas na rede de proteção
    Comissão de Sorocaba faz última reunião sobre possíveis falhas na rede de proteção — Foto: G1 · Fonte: G1

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    O documento lembra que a morte do bebê Miguel não pode ser atribuída de forma isolada a um único órgão ou agente público. Em vez disso, aponta que a tragédia decorreu de uma somatória de falhas sistêmicas, quebras de protocolos e desarticulação de todo o Sistema de Garantia de Direitos municipal, o que deixou a criança desassistida e invisível para o poder público.

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2026/08/25/relatorio-bebe-miguel.ghtml.

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    Comissão de Sorocaba faz última reunião sobre possíveis falhas na rede de proteção — Foto: G1

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