Caso Master: BRB afirma ter sido "vítima de atos criminosos" e que promoveu "renovação total" dos dirigentes
O Banco de Brasília (BRB) se manifestou sobre documentos divulgados com a quebra de sigilo da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes bilionárias ligadas ao Banco Master, de Daniel Vorcaro. Em nota enviada neste domingo (13), o BRB afirmou que a divulgação é uma oportunidade de mostrar que a instituição foi "vítima de atos criminosos". O comunicado destaca ainda as mudanças na diretoria após o escândalo. O BRB declarou ainda que "os ex-dirigentes não devem ser confundidos com a instituição". ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp Novos documentos mostram que o alto escalão
O Banco de Brasília (BRB) se manifestou sobre documentos divulgados com a quebra de sigilo da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes bilionárias ligadas ao Banco Master, de Daniel Vorcaro.
Em nota enviada neste domingo (13), o BRB afirmou que a divulgação é uma oportunidade de mostrar que a instituição foi "vítima de atos criminosos". O comunicado destaca ainda as mudanças na diretoria após o escândalo.
O BRB declarou ainda que "os ex-dirigentes não devem ser confundidos com a instituição".

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Novos documentos mostram que o alto escalão do banco sabia das irregularidades dos títulos adquiridos em transações com o Master. Segundo a Polícia Federal, os dirigentes praticaram atos fraudulentos com objetivo de justificar os altos valores repassados.
Mensagens encontradas no celular do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, mostram ainda que ele tentou encontrar alternativas para as negociações após o Banco Central negar a compra do Master pelo banco.
"Estou desde que acordei pensando em caminhos para sair da operação original do Master e construir possibilidades de fazer os ajustes que gostaria na carteira de crédito. Acredito que construí uma solução que não depende do Bacen e é boa para o BRB, além de contribuir para a sobrevivência do Master (que é importante para o BRB)", diz o ex-dirigente em mensagem enviada à esposa.
A mensagem foi enviada em 6 de setembro de 2025, dias depois do BC negar a compra. Paulo Henrique está em prisão preventiva desde abril deste ano.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2026/09/13/caso-master-brb-afirma-que-foi-vitima-de-atos-criminosos-e-que-promoveu-renovacao-total-dos-dirigentes.ghtml.

PF diz que gestores do BRB não foram vítimas do Master — Foto: G1
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