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    Caso Kathlen Romeu: júri popular de PMs acusados de morte é marcado para novembro

    O Tribunal de Justiça marcou para o dia 26 de novembro o júri popular dos dois PMs acusados pela morte de Kathlen Romeu, de 24 anos, em 2021. Os PMs Marcos Felipe da Silva Salviano e Rodrigo Correia de Frias serão levados ao Conselho de Sentença por homicídio qualificado. Kathlen Romeu, morta durante uma operação no Complexo do Lins em 2021 Reprodução Em março, a juíza Elizabeth Machado Louro determinou que os indícios do caso, apresentados pelo MP e pela Polícia Civil, eram suficientes para levá-los a júri popular. Kathlen foi morta com um tiro de fuzil no tórax durante uma operação da PM no

    G1
    19 de agosto de 2026 às 17:11
    Caso Kathlen Romeu: júri popular de PMs acusados de morte é marcado para novembro
    Foto: G1

    O Tribunal de Justiça marcou para o dia 26 de novembro o júri popular dos dois PMs acusados pela morte de Kathlen Romeu, de 24 anos , em 2021.

    Os PMs Marcos Felipe da Silva Salviano e Rodrigo Correia de Frias serão levados ao Conselho de Sentença por homicídio qualificado.

    Kathlen Romeu, morta durante uma operação no Complexo do Lins em 2021 — Foto: Reprodução

    Em março, a juíza Elizabeth Machado Louro determinou que os indícios do caso, apresentados pelo MP e pela Polícia Civil, eram suficientes para levá-los a júri popular.

    Kathlen foi morta com um tiro de fuzil no tórax durante uma operação da PM no Complexo do Lins em 2021. Ela estava visitando a avó quando foi surpreendida por um tiroteio. Grávida de três meses, a jovem não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.

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    Amigos e familiares de Kathlen Romeu, que morreu em 2021 atingida por um tiro de fuzil, no Complexo do Lins, na Zona Norte do Rio, fizeram uma homenagem a ela no começo da tarde deste sábado (10) — Foto: Reprodução/ TV Globo

    A versão inicial da PM dizia que houve confronto com criminosos na região. No entanto, relatos de moradores e o trabalho do Ministério Público indicaram que não houve troca de tiros quando Kathlen foi atingida.

    Investigações posteriores apontaram que policiais recolheram cápsulas de munição e mudaram elementos do cenário da ocorrência, o que levou à denúncia por fraude processual.

    Desde então, familiares da vítima vinham cobrando punição aos envolvidos e criticavam a lentidão do andamento do processo.

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    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/08/19/juri-popular-pms-morte-kathlen-romeu.ghtml.

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