Caso Gustavo: pai admite agressões após filho pular na piscina no dia da morte, diz delegado
Polícia conclui inquérito do caso Gustavo Veloso e indicia pai e madrasta por vicaricídio O advogado Igor Veloso de Sousa admitiu, em um novo depoimento à Polícia Civil, que agrediu o próprio filho, Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, após o menino pular na piscina e quase se afogar no dia em que morreu, em Palmas. Conforme o delegado Eduardo Menezes, responsável pelas investigações, a violência teria sido motivada pela resposta da criança, que disse ter recebido autorização da mãe para entrar na água. Gustavo morreu no dia 2 de agosto de 2026. O pai, Igor Veloso de Sousa, e a madrasta, Kathell
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Gustavo morreu no dia 2 de agosto de 2026 . O pai, Igor Veloso de Sousa, e a madrasta, Kathellen Moreira, estão presos preventivamente pela suspeita do crime. Igor Veloso foi indiciado pelos crimes de vicaricídio , estupro de vulnerável, tortura e fraude processual. Kathellen Moreira deverá responder por vicaricídio e fraude processual. A informação foi divulgada pela Polícia Civil em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (28), após a conclusão do inquérito.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2026/09/28/caso-gustavo-pai-admite-agressoes-apos-filho-pular-na-piscina-no-dia-da-morte-diz-delegado.ghtml.
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